O prefeito Edvan Brandão assinou um convênio com o Governo do Maranhão para aquisição de motocicletas que vão servir para a Promoção da Igualdade Racial (PIR) no município de Bacabal.

A aquisição das motos pelo Governo do Maranhão é fruto de um convênio firmado entre a Secretaria de Estado Extraordinária da Igualdade Racial e o Governo Federal através da  Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, do Ministério da Justiça e Cidadania.

As motocicletas servirão  para facilitar o acesso dos gestores de PIR às comunidades quilombolas e de matriz africana, e assim, contribuir com a implementação da política de promoção da igualdade racial.

Com a assinatura do convênio cabe ao Município de Bacabal arcar com todas as despesas decorrentes da utilização do veículo, sendo compreendido o abastecimento, a manutenção, o licenciamento, o seguro, o pagamento das multas ou quaisquer outras infrações de trânsito, responsabilidade civil ou criminal, conforme o caso, em eventuais acidentes que resultem em danos materiais ou corporais ocorridos por negligência do condutor.

Da Assessoria.

A Secretaria Municipal de Juventude de Bacabal realizará no próximo dia 19 de novembro, segunda-feira, a partir das 09 horas, no auditório do Fórum de Justiça Deusimar Freitas de Carvalho, uma Mesa Redonda sobre Enfrentamento ao Racismo e Consciência Negra.

As palestrantes convidadas são Gleiciane Brandão (UFMA – Codó) e Cristina Miranda (CESB – UEMA).

O evento é gratuito e será realizado em alusão ao Dia da Consciência Negra. Haverá ainda apresentações culturais.

Participe!

Texto: Assecom Sejuv – Bacabal/Ma.

A promoção dos destinos turísticos do Maranhão nos maiores eventos nacionais e internacionais do setor é uma das mais efetivas estratégias para divulgação das belezas maranhenses. Sendo assim, o Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Cultura e Turismo (Sectur), está participando de mais uma edição da World Travel Market London 2018 (WTM London), em Londres, na Inglaterra. A WTM Londres começou nesta última segunda-feira (5) com uma expectativa de receber mais de 88 mil visitantes durante os três dias de evento, superando o recorde de 87.794 alcançado no ano passado.

No estande do Ministério do Turismo, material promocional e atendimento especializado completam a divulgação dos três principais polos turísticos do Maranhão. “A apresentação dos nossos destinos turísticos na World Travel Market London 2018 é estratégica. Por ser uma das maiores e reconhecidas do segmento, é uma excelente vitrine, principalmente por contar com a presença de um público qualificado”, afirma o secretário de Cultura e Turismo, Diego Galdino.

Ao todo serão 5 mil expositores de 182 países reunidos no centro de exposições Excel London até esta quarta-feira (7). A previsão é de que a feira supere os 3,1 bilhões de libras em negócios gerados (aproximadamente R$ 14,8 bilhões), marca alcançada em 2017 e que foi considerada recorde das 38 edições da WTM Londres.

O destaque fica por conta dos novos expositores. Cerca de 170 marcas fazem sua estreia nesta edição da feira, incluindo companhias aéreas, locadoras de veículos, operadoras de turismo cinematográfico, operadores de aventura e instalações esportivas, além de conselhos de turismo, empresas de marketing de destino, e de tecnologia.

Uma das novidades deste ano são as “Inspiration Zones”, áreas que vão funcionar como pontos centrais de cada região do planeta dentro da feira. A ideia é debater temas da região e estabelecer networking para contatos regionais. Ao todo serão sete “zonas de inspiração”: Reino Unido e Irlanda, Europa e Mediterrâneo, Médio Oriente e Norte de África, Américas, Ásia, Hub Internacional e África.

Por Ascom

Uma sentença proferida pela Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, declarou nulos os contratos firmados entre a ELETROMIL e os consumidores, condenando a empresa e o outro réu, Emilson Aragão, a ressarcirem aos consumidores as quantias pagas relativas aos contratos de “compra premiada”, acrescidos de correção monetária contada do efetivo desembolso e juros legais a partir da data da citação da ação coletiva. Os réus foram condenados, ainda, a indenizarem os danos morais suportados pelos consumidores prejudicados, cujo valor fixo será, para cada consumidor, de R$ 10.000,00 (dez mil reais), acrescido de juros e correção monetária.

Por fim, a sentença, que tem a assinatura do juiz titular Douglas de Melo Martins, condenou a parte ré a efetuar o pagamento de indenização a título de reparação por danos morais coletivos, no montante de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), valor a ser revertido ao Fundo Estadual de Direitos Difusos. A sentença é resultado de Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público, tendo como réus Eletromil Eletrodomésticos LTDA e Emilson Aragão. O autor alega que os requeridos, utilizando-se do “esquema da pirâmide”, aplicaram golpes nos consumidores em relação a contratos intitulados de “Compra Premiada”.

Narra a ação que os referidos contratos firmados teriam como objeto a aquisição de bens móveis, com a possibilidade de interrupção dos pagamentos vincendos, mediante contemplação através de sorteio. O MPE afirmou que os consumidores que tinham seus contratos contemplados e/ou quitados, ao verificarem que não recebiam o bem, buscavam a empresa a fim de resolver a questão, no que sempre lhe diziam para aguardar, visando ganhar tempo. Afirmou ainda o autor que, quando os assistidos percebiam que se tratava de um golpe, entravam em pânico, gerando muitas reclamações. Os réus não apresentaram contestação, tendo decretada a revelia – termo jurídico que caracteriza o não comparecimento de determinado réu a seu próprio julgamento ou a falta de apresentação de defesa.

“Na presente demanda, a atividade desenvolvida pela Eletromil, consistia em atrair consumidores com a promessa de adquirir um bem móvel, através da formação de grupos de participantes que pagariam parcelas mensais e concorreriam através de sorteios pelo bem objeto do contrato. Quando houvesse um sorteado contemplado, este ficaria dispensado da obrigação de pagar as demais parcelas, assim, outro consumidor entraria no grupo”, narra a sentença. E segue: “Entendo que referida operação caracteriza uma espécie de consórcio fraudulento, conhecido popularmente como ‘pirâmide’, prática esta notoriamente condenada pelo ordenamento jurídico por configurar crime contra a economia popular. Além disso, é fato notório que inúmeros consumidores não conseguiram obter a devolução dos valores pagos, nem mesmo o produto almejado, frente a avalanche de ações ajuizadas, corroborando, deste modo, a má-fé dos réus”.

Para a Justiça, as condutas dos réus violam diversos princípios e normas de proteção ao consumidor, como a boa-fé objetiva – que inspira a confiança na execução dos contratos, consistente na justa expectativa de fruir do bem da vida prometido. “Configura descumprimento da oferta, nos termos do artigo 30 e seguintes do Código de Defesa do Consumidor, autorizando que o contrato seja rescindido e que eventuais valores antecipados pelo prejudicado sejam devolvidos, corrigidos monetariamente, sem prejuízo da indenização por perdas e danos. Configurado, portanto, o descumprimento do contrato pelos réus, dando ensejo à obrigação de devolução das quantias pagas pelos adquirentes”, diz a sentença.

Sobre o dano moral, no caso sob análise, entende o magistrado que “a coletividade de usuários suportou inúmeros transtornos diante das consequências da ausência de boa fé contratual, pois não foram observadas as normas consumeristas. Há lesão evidente na confiança das relações negociais, especialmente, por se tratar, em sua maioria, de pessoas com baixo poder aquisitivo”. E conclui: “O valor da indenização pelos danos morais coletivos não pode ser insignificante, sob pena de não atingir o propósito educativo, mas também não deve ser exagerado e desproporcional a ponto de tornar-se excessivamente oneroso”, frisou a sentença. (Por: John Cutrim).

O doutor Elissandro Melo Lobo é o mais novo integrante da equipe médica do Centro Especialidades Dr. Coelho Dias. Ele é nefrologista, nativo de Bacabal, filho do conhecidíssimo Pelé, do Restaurante Badalo, e integra o quadro de concursados do município de desde ano de 2010.

Elissandro deixou de prestar serviços ao município de Bacabal em razão de problemas de ordem financeira em gestões que antecederam a administração do prefeito Edvan Brandão, que, ao tomar conhecimento do problema, autorizou o secretário de saúde, farmacêutico bioquímico Duarte de Oliveira, a resolver a demanda.

O secretário negociou pessoalmente com o Dr. Elissandro a demanda existente, equacionando-a e, devolvendo o profissional ao quadro do município, reintegrando-o a secretaria e ao Centro de Especial Dr. Coelho Dias.

O bacabalense Elissandro Melo Lobo é, também, integrante do quadro de profissionais do Hospital Geral de Peritoró e diretor clínico do Hospital Regional Laura Vasconcelos.

Agora, com o retorno do Dr. Elissandro, o Centro Coelho Dias conta com 18 especialidades médicas: nefrologia, clínica geral, neurologia, coloproctologia, cirurgia vascular, pediatra, oftalmologia, ginecologia e obstetrícia, cardiologia, ortopedia, urologia, fonoaudiologia, cirurgia geral, cirurgia infantil, dermatologia, otorrinolaringologia, assistência social e nutrologia, além de atendimento ambulatorial para portadores de hanseníase, com o acompanhamento de enfermeiros, em um time de 32 profissionais atendendo a população em sistema rotativo.

Médico Nefrologista – médico que cuida dos rins

Nefrologia e Urologia são as duas especialidades médicas que cuidam do trato urinário. Como são especialidades complementares, é muito comum que a população faça confusão em relação às atribuições de cada uma.

O termo Nefros vem do Grego e significa rins. Portanto, o médico nefrologista é aquele que estuda as funções e as doenças dos rins. Do mesmo modo, Nefrologia é a especialidade médica que trata dos problemas clínicos dos rins.

A Urologia é um pouco diferente, pois ela é a especialidade cirúrgica que lida com o trato urinário. Logo, o nefrologista é o clínico especializado no sistema urinário, enquanto o urologista é o cirurgião do trato geniturinário. É a mesma relação que há, por exemplo, entre os cardiologistas e os cirurgiões cardíacos, entre os neurologistas e os neurocirurgiões e entre os angiologistas e o cirurgião vascular.

Grosso modo, para saber se o seu problema renal deve ser tratado por um urologista ou nefrologista, devemos questionar: o tratamento é feito com cirurgia ou com remédios? Se for cirúrgico, o especialista é o urologista. Se for doença clínica, o especialista indicado é o nefrologista.

O urologista também trata de doenças da próstata e do sistema reprodutor masculino, mesmo que elas não sejam necessariamente cirúrgicas.

Quais são as doenças que o nefrologista trata?

A principal doença com que o nefrologista lida é a insuficiência renal, estado em que a função dos rins encontra-se comprometida. A insuficiência renal pode ser aguda, quando os rins subitamente sofrem alguma lesão e deixam de funcionar adequadamente por algum tempo, ou crônica, quando o processo de perda de função se dá de forma gradual, mas permanente.

Além da insuficiência renal, o tratamento de várias outras doenças clínicas do sistema urinário fazem parte das atribuições do médico nefrologista, entre as mais comuns, podemos citar:
Glomerulonefrites.
Complicações renais de doenças autoimunes.
Hipertensão arterial.
Infecção urinária.
Cálculo renal de repetição.
Alterações hidreletrolíticas (alterações dos sais minerais do sangue, como sódio, potássio, cálcio, fósforo, etc.).
Alterações do metabolismo ácido-básico.
Doença policística renal.
Diabetes insípidos nefrogênico.
O nefrologista também é o médico responsável por tratar os pacientes cuja a insuficiência renal é tão grave que eles passam a necessitar de hemodiálise ou diálise peritonial para se manterem vivos.

Outra atribuição do médico nefrologista é cuidar dos pacientes transplantados renais. Quem realiza a cirurgia do transplante é o urologista, mas o médico que indica o transplante, prepara o paciente, escolhe o doador (em caso de doador vivo), e fica cuidando do paciente após a realização do transplante é o nefrologista.

É preciso destacar que o paciente transplantado precisa ficar tomando drogas imunossupressoras por muitos anos para que o rim transplantado não sofra rejeição. Isso implica em um maior risco de problemas, como infecções e surgimento de tumores. É o nefrologista o responsável por controlar as doses dos remédios e procurar manter o rim transplantado funcionando por longos anos.

Importância do nefrologista na insuficiência renal crônica

Os nossos dois rins filtram em média 180 litros de sangue por dia, o que dá, aproximadamente, 90 a 125 ml de sangue por minuto. Este valor é chamado de taxa de filtração glomerular (TFG) ou clearance de creatinina. Como a TFG média é de 100 ml/min, para um melhor entendimento dos pacientes, costumamos dizer que esse valor corresponde a 100% da função renal.

Portanto, se o seu médico diz que você tem 60% de função dos rins, isso significa grosseiramente que seus rins filtram mais ou menos 60 ml/min.
Apesar de ser a doença chave da especialidade, a maioria dos pacientes com insuficiência renal crônica chega aos nefrologistas tardiamente, já com menos de 30% da função dos rins, uma fase que pouco pode ser feito para tentar impedir o avanço da doença em direção à hemodiálise. Isso obviamente não é culpa só dos pacientes, mas também dos seus médicos que demoram a referenciar ao nefrologista os seus insuficientes renais crônicos.

Os pacientes com insuficiência renal crônica que chegam ao nefrologista precocemente, ou seja, em fases iniciais da doença, apresentam as seguintes vantagens:
Menor mortalidade a longo prazo.
Melhor controle da pressão arterial.
Menos doenças associadas à falência renal, como lesões ósseas, anemia, desnutrição e doenças cardiovasculares.
Menor perda de função renal ao longo dos anos, o que faz com esses pacientes demorem mais tempo para atingir a insuficiência renal terminal. Muitas vezes, o paciente consegue controlar a sua doença de forma a nunca precisar da hemodiálise.

Aqueles que acabam precisando de hemodiálise apresentam menos complicações e menor mortalidade, além de um melhor preparo e menor tempo para o transplante renal, se for este o desejo do paciente.
Maior chance de cura, caso a causa da insuficiência renal tenha tratamento.

Quando se deve procurar um nefrologista

As doenças dos rins podem ser traiçoeiras, pois muitas vezes apresentam poucos ou nenhum sintoma nas suas fases iniciais. Às vezes, apenas através de exames laboratoriais de sangue ou urina conseguimos identificar uma doença renal em curso. Por isso, é importante reconhecer os pacientes com fatores de risco para doenças renais e os primeiros sintomas de lesão nos rins para que os indivíduos doentes possam ser avaliados adequadamente por um médico nefrologista.

Não espere que a insuficiência renal crônica provoque dor nos rins ou redução do volume urinário. Ela é uma doença silenciosa que não irá apresentar sintomas até fases bem avançadas. Se você acha que só porque os seus rins não doem e sua urina está normal não há risco dos seus rins estarem doentes, você pode ter uma desagradável surpresa no futuro.

Em geral, sugerimos uma avaliação por um nefrologista para todas as pessoas que apresentam as seguintes características:
Alterações na taxa de creatinina sanguínea, que é o principal marcador da função renal.

Urina que espuma muito ou identificação de perdas de proteínas na urina através de exames laboratoriais.

Urina avermelhada ou identificação de sangue na urina através de exames laboratoriais.

Infecção urinária de repetição, principalmente se forem mais de 3 episódios por ano.

Mais de um episódio de cálculo renal durante a vida. O urologista trata os cálculos, mas é o nefrologista quem impede que novas pedras surjam.

Edemas e inchaços sem causa aparente.

Alterações no potássio, sódio, fósforo, ácido úrico, magnésio e cálcio sanguíneos que o clínico geral não identifique facilmente a causa.

Alteração do metabolismo ácido-básico sem causa aparente.

Aparecimento de múltiplos cistos renais em exames como ultra-som (ecografia), tomografia computadorizada ou ressonância magnética dor rim.

Alterações do volume de urina sem causa aparente.

Com informações médico nefrologista Pedro Pinheiro, registros profissionais:OM Portugal 47883 e CRM RJ 730092

Presos foram denunciados por lavagem de dinheiro, organização criminosa e peculato; Eles são suspeitos de participar de contratação irregular na COOPMAR pela Prefeitura de Paço do Lumiar.

Uma operação prendeu nesta quarta-feira (31) 11 pessoas suspeitas de participar de contratação irregular na Cooperativa Maranhense de Trabalho e Prestação de Serviços (COOPMAR) pela Prefeitura de Paço do Lumiar, situada na Região Metropolitana de São Luís.

A operação foi realizada pelo Ministério Público do Maranhão (MP-MA), pelo Grupo de Atuação Especial no Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), em parceria com a Polícia Civil e Controladoria Geral da União (CGU).

A operação cumpriu mandados de prisão preventiva contra:

– Gleydson de Jesus Gomes Araújo;

– Marcelo Antônio Muniz Medeiros;

– Raildson Diniz Silva, Marben Costa Bezerra;

– Hilda Helena Rodrigues da Silva;

– Carlos Alex Araújo Prazeres;

– Artur Costa Gomes;

– Gedian Lima de Macedo;

– Peterson Brito Santos;

– Lucas do Nascimento;

– Aislan Denny Barros Alves da Silva.

G1 tenta contato com a defesa dos presos envolvidos na operação deflagrada nesta manhã, na capital.

De acordo com a operação, os presos foram denunciados por lavagem de dinheiro, organização criminosa e peculato.

Investigação

A primeira fase da Operação Cooperare aconteceu em 2016. Durante as investigações, foi apurado que a COOPMAR, ao longo de três anos, recebeu repasses de 17 prefeituras e também da Federação das Administrações Municipais do Estado do Maranhão (Famem), da ordem de R$ 230 milhões. Desse total, R$ 12.929.170,11 foram creditados pelo Município de Paço do Lumiar.

Relatórios técnicos da Assessoria Técnica do Ministério Público e da CGU constataram que a COOPMAR não possuía os requisitos necessários para ser classificada como cooperativa de trabalho, funcionando, na prática, como uma empresa privada.

Na época, foram cumpridos mandados de busca, apreensão e de bloqueio de bens, autorizados pela juíza Jaqueline Caracas, da 1ª Vara de Paço do Lumiar. (G1MA).

1 2 3 4 267