A população de Trizidela do Vale nem bem se recompôs do ato de violência, onde o sobrinho assassinou o próprio tio, e foi surpreendida por mais um assassinato. Desta vez a vítima foi uma mulher. Ela foi assassinada nas proximidades da Delegacia do município. A vítima, identificada como Silvana, que iria completar 28 anos de idade no dia 02 de dezembro. Natural de Pedreiras, e morava da rua do Planalto em Trizidela do Vale, e estaria indo pra Delegacia, onde registraria um boletim de ocorrência contra o marido, que segundo informações, estaria lhe ameaçando.
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Segundo informações, ela estaria como carona de um mototaxista e dois homens, em outra moto, se aproximaram e um deles fez vários disparos contra a mulher.
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A vítima foi levada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Em contato com o delegado de plantão, Diego Maciel, a moto que foi utilizada pelos assassinos já foi identificada. E já tem uma possível autoria.
Por Sandro Vágner.

O policial civil Lucas Gomes Arcanjo foi encontrado morto, na manhã deste sábado (26), em sua casa em Belo Horizonte/MG.

Segundo informações recebidas, Arcanjo se enforcou utilizando uma gravata.

Como Lucas era muito conhecido pelas denúncias contra os tucanos Aécio Neves e Antônio Anastasia, a possibilidade de retaliação não é descartada.

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O investigador já tinha sido vítima de quatro atentados em respostas às denuncias que fazia, uma delas o deixou com uma sequela na perna, Arcanjo andava com ajuda de uma bengala.

Em seu último vídeo Arcanjo mostra-se angustiado e depressivo. Ele diz que tem raiva da ‘mídia golpista’. “Tenho asco desse judiciário parcial que só quer perseguir Lula e Dilma”, acrescenta.

Ele chega ao ponto de dizer também que tá dando vontade de ir para as ruas, pegar um AK-47 e começar uma guerra civil. “É só vontade, gente!”, diz ele.

Confira o último vídeo gravado pelo policial:

Veja o vídeo gravado na época da campanha eleitoral para Presidente da República:

Inconveniente, repetitivo, dono da verdade e irritante. São essas as principais características do chato, segundo o “Tratado Geral dos Chatos” (Civilização Brasileira). Considerada a bíblia do assunto, a obra escrita por Guilherme Figueiredo em 1960 descreve todas as variações da chatice, “qualidade” que, não à toa, tirou sua denominação de um parasita capaz de causar irritação e incômodo nas partes íntimas do homem.

Daí a associação com aquela pessoa impertinente, que não sabe se comportar no convívio social. “O chato é pouco sensível ao entorno, ao próprio ambiente, então não percebe sua inadequação”, pontua Denize Rubano, professora Faculdade de Psicologia da PUC São Paulo.

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Pessoas inconvenientes sempre existiram. As roupagens é que mudam com o tempo, conforme explica o psicanalista Raymundo Lima, professor do Departamento de Fundamentos da Educação da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e estudioso da obra de Guilherme Figueiredo. O clássico e inocente “chato de galocha”, por exemplo, mostra o aspecto cultural de sua época: era aquele sujeito que não tirava as galochas molhadas para entrar nos locais. Molhava tudo e irritava as pessoas.

Há chatos menos datados na lista de Figueiredo. É o caso do “chato-etílico”, que se revela depois de alguns goles. Fã de pegadinhas, o “chatimbanco” adora puxar a cadeira quando você vai sentar. Já o “existenchatista” não precisa fazer nada. Basta a sua presença para chatear os demais. A lista do livro é extensa e não são necessárias explicações pseudocientíficas para reconhecê-los. O dia a dia é um observatório deles.

Desculpe se estou sendo chato

Falta de educação pode ser um forte indício de chatice. “O chato quase sempre invade a privacidade do outro e o deixa constrangido”, descreve Lima. Por isso afasta as pessoas. “Lá vem ele”, é comum escutar antes de uma rodinha de gente se espalhar. Mas uma cena dessas não inspira pena. Isso porque “o chato nunca se chateia”, como garante Figueiredo.

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Os chatos são pessoas que não têm os limites claros. “Falam muito perto, pegam o tempo todo no outro enquanto conversam, abrem a geladeira na casa de alguém que mal conhecem. Ou seja, ultrapassam os limites”, resume Liliana Seger, coordenadora do Ambulatório dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas.

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A chatice também está ligada aos comportamentos extremos. “Uma pessoa que não tem humor é chata, mas fazer gracinha o tempo todo também é muito chato. Tudo que é totalmente introspectivo ou extrovertido corre o risco de ser chato”.

Para Liliana, o chato não se dá conta que está sendo inadequado porque o chateado não é assertivo o suficiente para sinalizar o problema. Outro motivo pode estar relacionado a uma crise eufórica. “O cérebro produz uma sensação prazerosa nesse momento. E o chato entende que ele foi agradável, não o contrário”, completa Raymundo Lima.

 “Eu sou assim”

A voz, os gestos e o modo de se relacionar dão pistas sobre o grau de importunação dos chatos. São normalmente politicamente incorretos. Fazem piadas inapropriadas com minorias. O intelectual também dá seus sinais de chatice, pois só fala de ideias e tem dificuldade de relaxar.

A repetição é uma característica fortemente ligada à chatice, como os casos de transtorno obsessivo compulsivo: aqueles que acumulam entulho em casa ou lavam as mãos a cada minuto. “Toda doença neurótica costuma ser chata”, diz o psicanalista Raymundo Lima.

O chato convicto aprendeu a viver de sua própria maneira e não sabe viver de outra forma. “Pelo lado da psicanálise, é triste notar que eles desenvolveram um traço de caráter, de personalidade, que é difícil de ser removido pela própria pessoa ou pelo meio social”, lamenta Lima. O chato desenvolve esse maneirismo e se beneficia disso na medida em que se acomoda. É esta a sua marca: “eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim”.

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Mundo chato

Entre as definições antigas, o chato é uma pessoa que fala quando deveria escutar: ele é egoísta, fala de forma compulsiva e nunca pergunta como o outro está.

Raymundo Lima vê esta atitude arrogante se acentuar na era moderna. “As pessoas se sentem muito no direito e pouco no dever, como se estivessem autorizadas a cometer o que bem entendem”, observa.

Teste: você pega demais no pé dele?

As novas tecnologias também fornecem novas armas aos chatos. Eles podem encaminhar um monte de correntes e histórias falsas, por email ou pelo Facebook. E quer coisa mais inadequada do que disputar a atenção de alguém com um celular? “Hoje o chato é dotado de outros recursos para exercer sua chatice. A tecnologia surge muito rapidamente, os comportamentos e as relações entre as pessoas têm mudado, sem uma ética própria”, alerta Denise.

O jornalista e humorista Apparício Torelly, que ficou conhecido como Barão de Itararé, costumava dizer que o mundo é redondo, mas está ficando muito chato. Lima concorda. “Com o avanço da modernidade líquida, em que tudo é volátil, as relações perdem consistência. As pessoas ficam com medo de ser preteridas, quando uma boa relação não pode ser burocrática, cheia de sinais amarelos. Ela vale um monte de pequenas transgressões”, diz.

(Site Delas)

Uma cena marcou a semana da páscoa no Maranhão. O fato aconteceu na ultima quarta-feira (23), na curva do 90, Bairro Vinhais, em São Luís. Em plena chuva, os policiais militares Lobo e Correa, integrantes do 8º Batalhão de Polícia Militar, foram flagrados por uma pessoa que passava pelo local, prestando auxílio a um motoqueiro vítima de acidente de trânsito.

O fato chamou a atenção em virtude dos heróis policiais militares, mesmo debaixo de uma forte chuva, tentarem a todo custo proteger  com banners fornecidos por alguns comerciantes a vítima, enquanto, também, tentavam acalmá-la. Por mais de uma hora, estes bravos guerreiros, permaneceram, até a chegada do resgate.

Este ato provou a todo o Estado do Maranhão e ao país, que os nossos policiais militares estão preparados tanto para as ações de combate a criminalidade quanto a ações de preservação da vida humana.

A ação praticada pelos policiais militares Lobo e Correa só enaltece o nome da instituição, pois não mediram esforços para atender  a uma pessoa acidentada. A atitude dos mesmos é digna de elogios e reconhecimento por parte da comunidade, dos pares, superiores e principalmente,  do alto comando da Polícia Militar do Maranhão.  É  a prova do “compromisso”, em bem servir.

VEJA A CENA:

Após vários levantamentos do  Grupo de Serviço Avançado do 1º, 6º e 21º Batalhão da capital,  foi preso na tarde do dia (26), Guilherme Luis de Araújo Silva e apreendido o menor T. D. S., acusados do latrocínio contra a bailarina Ana Lúcia Duarte, ocorrido na madrugada do dia (26) no Km 15 da BR 135. A dupla foi detida na Rua da Esperança, Pedrinhas. Os mesmos estavam de posse de uma faca, um celular e duas carteiras de identidade.

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GUILHERME LUÍS DE ARAÚJO SILVA E MENOR TDS / ACUSADOS DE HOMICÍDIO

Desde o momento do fato, policiais militares começaram a diligenciar e trocar informações com o único objetivo de identificar, localizar e prender os acusados do homicídio, o que aconteceu na tarde do mesmo dia.

Passagem – Guilherme Luís de Araújo Silva, é acusado do assassinato em agosto de 2015, do menor Jeferson Sousa, 16, morto na porta da Unidade Escolar Básica José Gonçalves do Amaral Raposo, no bairro de Pedrinhas. Na oportunidade, também, foi preso João Fernando dos Santos Rodrigues, conhecido como “Neguinho da Bacia”.

Os mesmos foram apresentados na delegacia de Homicídios para os tramites que o caso requer.

Ex-presidente e aliados estudam requerer que país europeu o receba como perseguido político. Itália foi escolhida porque sua família tem dupla cidadania

Numa crise que já revelou tramas e enredos antes inimagináveis, nada mais parece capaz de provocar surpresa nem espanto – e, no entanto, surpresa e espanto insistem em aparecer. Nos últimos dias, VEJA apurou o fio da meada que leva a um plano secreto destinado a tirar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva do Brasil, caso sua prisão seja decretada. O plano prevê que Lula pediria asilo a uma embaixada, de preferência a da Itália, depois de negociar uma espécie de salvo-conduto no Congresso, que lhe daria permissão para deslocar-se da embaixada até o aeroporto sem ser detido – e, do aeroporto, voaria para o país do asilo.

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A cronologia do plano, de acordo com os detalhes que VEJA conseguiu levantar, pode ser resumida como se segue.

Domingo, 6 de março. Sob o impacto da 24ª fase da Operação Lava-Jato, na qual foi levado coercitivamente para depor na Polícia Federal, Lula reuniu seus principais conselheiros. Ali, debateram duas alternativas. A primeira era uma intervenção no governo de Dilma Rousseff, com Lula assumindo de fato o comando do país, como se tentou fazer com sua nomeação para a Casa Civil. A outra era uma solução mais drástica, sugerida por conselheiros para os quais o problema não era apenas político: Lula deixaria o Brasil de tal modo que pudesse se apresentar como vítima de uma perseguição política. Surgiram quatro opções de destino: Cuba, Venezuela, França e Itália.

Segunda, 7. A cúpula do PT, com base na discussão do dia anterior, destacou um emissário para sondar o regime cubano sobre o nível de proteção que Lula receberia de Havana caso se asilasse ali. A Venezuela foi logo descartada da lista em razão de sua instabilidade política. França e Itália continuaram no horizonte. As sondagens se prolongaram por quatro dias, até que, na quinta-feira, 10 de março, os promotores do Ministério Público, numa trapalhada jurídica, pediram a prisão preventiva de Lula. O ambiente ficou pesado e as negociações ganharam mais tração.

Quarta, 16. Enquanto o país ouvia as gravações da conversa telefônica entre Dilma e Lula, na qual a força-tarefa da Lava-Jato colheu indícios de que os dois agiam para obstruir a Justiça, uma sondagem desenrolava-se a quinze minutos do Palácio do Planalto: na embaixada da Itália. O embaixador daquele país, Raffaele Trombetta, promovia um jantar para quarenta convidados. Entre eles, aliados do ex-presidente com atuação destacada no mundo jurídico e no Congresso. Em determinado momento do convescote, Trombetta teve uma conversa franca e reservada com os emissários do ex-presidente. Foi perguntado sobre possíveis desdobramentos caso Lula se refugiasse no prédio da embaixada italiana e desse prosseguimento ao pedido de asilo político. Trombetta prometeu estudar as consequências. (Procurado por VEJA na semana passada, o embaixador Trombetta repassou o telefone a seu chefe de gabinete, Alberto La Bella, que se assustou ao ser perguntado sobre o plano de asilo para Lula. Disse La Bella: “Isso foi uma conversa particular do embaixador. Não sei o que dizer. O ministro Lula está no país. Acho difícil essa saída”.)

Manhã de sábado, 19. Um dia antes, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, suspendera a posse de Lula como ministro da Casa Civil, numa decisão que caiu como uma bomba no PT. Como havia perdido o foro privilegiado e seu caso voltara às mãos do juiz Sergio Moro, em Curitiba, Lula passava novamente a correr o risco de ser preso preventivamente a qualquer momento. Lula resolve envolver-se pessoalmente no plano, que até aqui vinha sendo tocado sem a sua intervenção direta. Lula quis detalhes do assunto. Perguntou como deixaria o país sem ser capturado pela Polícia Federal, como seria o contato com as autoridades estrangeiras e quais seriam os desdobramentos para a sua família.

Noite de sábado, 19. Diante dos questionamentos de Lula, um pequeno grupo de advogados e políticos reuniu-se num endereço nobre de Brasília e detalhou de modo mais concreto o plano de emergência. Mesmo sem contar ainda com a resposta do embaixador Raffaele Trombetta, o grupo decidiu que a melhor opção era realmente a Itália. O fato de a ex-primeira-dama Marisa Letícia ter cidadania italiana e de o direito ser extensivo aos filhos igualmente investigados na Lava-Jato facilitava as coisas. Na reunião, os conselheiros debateram o roteiro jurídico para que o ex-presidente pudesse ser autorizado a deslocar-se da embaixada em que viesse a se asilar até o avião em que partiria para o exterior. Ficou acertado que seria necessária “uma saída negociada” com as principais forças políticas de oposição, já que o salvo-conduto teria de ser previamente aprovado pelo Congresso. A missão política foi delegada ao advogado Sigmaringa Seixas, ex-deputado do PT, e ao ex-ministro Nelson Jobim, que tem bom trânsito junto a diversos partidos. No PMDB, o primeiro a ser procurado foi o presidente do Senado, Renan Calheiros. Em seguida, acionou-se o ex-ministro Moreira Franco, por sua proximidade com o vice-presidente Michel Temer.

Veja Online

Desde o início do feriado da semana santa não param de surgir nas redes registros da caótica situação da BR-135, na saída de São Luís.

Por conta da folga prolongada, muita gente resolveu pegar a estrada para aproveitar o feriadão pelo interior do estado, notadamente Barreirinhas.

Mas o excesso de veículos na via, combinado com a proliferação de buracos e a falta de duplicação, torna a viagem um pandemônio para motoristas e passageiros.

O que tem causado revolta.

No vídeo abaixo, um motorista revela um congestionamento de cerca de 28km, sem qualquer acidente na BR-135 que justifique isso. “Só por conta de buraco”, diz ele.

Que pede: “Governador, a gente tem que se preocupar com o Maranhão. Deixe a Dilma para lá. Se cair é problema dela. Se vire aqui, que você tem um mandato é para resolver os problemas do Maranhão. Aí você fica preocupado em estar fazendo discurso para Dilma, olha aqui o povo maranhense sofrendo”.

A duplicação da BR-135, que fique claro, não é responsabilidade do Governo do Estado.

A cobrança do cidadão, no entanto, tem sua razão de ser: como governador do Maranhão, Flávio Dino tem mostrado pouco empenho para cobrar do Governo Federal a conclusão da obra.

Por Gilberto Léda

Valor varia entre R$ 300 e R$ 1,5 mil; objetivo é reforçar desarmamento. Premiação a policiais da ativa é condicionada a situação de flagrante.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), editou nesta quinta-feira (24) uma medida provisória (MP) que institui premiação para policiais civis e militares da ativa por apreensão de armas de fogo em situação irregular, com objetivo de reforçar o desarmamento no Estado.

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A premiação pecuniária varia entre R$ 300 e R$ 1,5 mil de acordo com o potencial lesivo da arma – conforme o Estatuto do Desarmamento (Lei Federal nº 10.826/03) – e circunstâncias da apreensão, segundo o texto da MP. O valor é condicionado à situação de flagrante e à entrega das armas não municiadas aos órgãos competentes.

Como já é costumeiro, Dino usou as redes sociais para divulgar a MP. “Finalidade do prêmio por apreensão de armas de fogo é estimular eficiência no trabalho, reconhecer mérito dos policiais e diminuir crimes”, destacou.

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Ao fim de cada ano, outra premiação de R$ 20 mil deve valorizar aqueles policiais que mais realizaram apreensões de armas de fogo irregulares, nas condições que define a MP.

A medida é parte da série de políticas públicas na área da segurança pública no Maranhão que visa a redução de crimes no Estado, prevista no plano de gestão do governador Flávio Dino. (G1/MA).

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