Polícia Rodoviária Federal informou que a caminhonete na qual estava o deputado e mais três pessoas, capotou e causou ferimentos leves em dois ocupantes.

FOTO DIVULGAÇÃO: PRF

O deputado federal e ex-governador do Maranhão José Reinaldo Tavares (PSDB) sofreu acidente de carro, no fim da tarde deste domingo (1º), no Km 110, na BR-402, em Santo Amaro, Região dos Lençóis Maranhenses. A informação da assessoria do parlamentar é que ele chegou ao hospital em São Luís “consicente aparentemente sem graves sequelas”.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que a caminhonete na qual estava o deputado e mais três pessoas, capotou e causou ferimentos leves em dois ocupantes.

Eles seguiam no sentido de Barreirinhas para Rosário e na tentativa de “desviar de um pedestre, que atravessava a rodovia sem a devida atenção, o condutor perdeu o controle do veículo e capotou várias vezes”, informou a PRF.

Nota da assessoria do parlamentar

Comunicamos que o ex-governador e deputado federal José Reinaldo Tavares (PSDB) sofreu um acidente de carro na tarde deste domingo (1), no Km 110, nas proximidades do município de Barreirinhas. Informamos ainda que o mesmo já está recebendo os primeiros atendimentos médicos, em São Luís, no Hospital São Domingos, onde chegou consciente e aparentemente sem graves sequelas. Daqui a pouco, divulgaremos o boletim médico oficial da unidade de saúde. (G1MA).

Tássio Rocha, que era filho dos ex-prefeitos Luiza Rocha e Clodomir Rocha, morreu após tentar capturar o acusado de ter matado três pessoas em um arraial da cidade.

SÃO JOÃO DO SÓTER – No início da manhã deste domingo (1º), o acusado de ter assassinado três pessoas em um arraial na cidade de São João do Sóter, foi linchado por algumas pessoas da região após matar o jovem Tássio Rocha, que era filho dos ex-prefeitos da cidade Luiza Rocha e Clodomir Rocha.

Segundo informações policiais, o jovem identificado apenas como Marlon foi o autor do crime que ocorreu na madrugada do sábado (30), em um festejo junino na cidade. O crime vitimou o secretário de cultura do município, Cícero Rocha, o vereador Antônio da Conceição Aguiar (também conhecido como “Totonho”) e José Ferreira da Silva Júnior, conhecido como “Júnior do Naza”.

Saiba mais sobre o caso: Os três foram mortos a tiros durante uma confusão no último dia de festejo junino na cidade

De acordo com informações do comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar em Caxias-MA, o tenente-coronel Márcio Silva Rogério, o acusado fugiu após cometer o triplo homicídio para uma região de matagal.

Foi feita a diligência durante todo dia de ontem, onde o acusado foi visto pela última vez nas imediações da cidade. Já no período da noite, ele foi reconhecido por testemunhas que informaram o paradeiro do acusado para a Polícia Militar, que montou o cerco nas proximidades.

Ainda segundo o tenente-coronel, durante toda a noite foram realizadas as diligências e, na manhã deste domingo, com maior visibilidade, as guarnições da PM adentraram o matagal. Durante a busca, o filho do ex-prefeito encontrou o acusado e tentou contê-lo. No confronto, Marlon atirou contra Tássio Rocha, levando-o a óbito. Após isso, o autor do crime foi linchado pela população.

Segundo informações dos agentes policiais, o irmão do acusado também foi linchado e está em estado grave no hospital. Com a morte de Marlon, cinco óbitos foram registrados ao todo somente neste final de semana, em São João do Sóter.

Ainda de acordo com o tenente-coronel Márcio Silva Rogério, a tragédia foi motivada por uma confusão durante o último dia de arraial na cidade, quando houve uma desavença entre Marlon e outra pessoa por causa de uma mulher. Marlon teria sacado uma arma e tentado tomar satisfação e algumas pessoas tentaram desarmá-lo, mas mesmo assim o disparo foi feito, matando Cícero Rocha e o vereador “Totonho”. Após o crime, Marlon empreendeu fuga, e “Júnior do Naza” tentou detê-lo, mas também foi alvejado a tiros e morreu.

O caso continua sendo investigado. (Fonte: Imirante).

 

Dois homens que fugiram em uma moto seriam os responsáveis pelo assassinato de Josenilton Ferreira Costa, 24 anos, conhecido por “Borracha”, morto na noite deste sábado (30), na Rua São Raimundo, Vila Coelho Dias, Bacabal. Borracha foi alvejado  por pelo menos dois disparos.

A vítima ainda correu tentando escapar dos criminosos. Borracha foi socorrido e encaminhado ao hospital Regional Laura Vasconcelos onde veio a óbito.

As primeiras investigações apontam para um provável acerto de contas por envolvimento com o tráfico de drogas.

Borracha já havia sofrido uma tentativa de homicídio  em novembro de 2017 por arma branca. Fato ocorrido na estrada da Bela Vista.

A qualquer momento mais informações.

Tragédia aconteceu na madrugada deste sábado (30) após uma discussão em um arraial do município. Além do secretário e do vereador, mais duas pessoas foi assassinadas.

Quatro pessoas foram assassinadas na madrugada deste sábado (30) após uma discussão durante o encerramento de uma festa junina no município de São João do Sóter, a 413 km de São Luís. De acordo com a Polícia Militar, a confusão teria começado por conta do horário de encerramento do arraial.

Segundo a PM, a discussão começou quando houve divergência entre o horário de encerramento do arraial, que estava previsto para as 2 h. O secretário de cultura do município, Cícero Rocha, disse que a festa deveria se prolongar por uma hora a mais e houve um pequeno tumulto. O suspeito de assassinar três das quatro vítimas, estava armado e deu um tiro para o alto. O secretário ao tentar conter o homem, acabou sendo atingido com um tiro no rosto e acabou morrendo.

A segunda vítima foi o vereador Antônio da Conceição Aguiar, conhecido como “Totonho”, que foi baleado ao tentar conter o assassino que ainda estava no arraial. Ao tentar fugir do local, o suspeito foi perseguido por um amigo das vítimas que foi identificado como Júnior do Nasa, que também foi atingido. As duas vítimas não resistiram aos ferimentos e faleceram.

O vereador Antônio da Conceição Aguiar, o “Totonho”, foi baleado ao tentar conter o assassino que ainda estava no arraial.

O autor dos disparos foi identificado como Marlon e que segundo a polícia, já teria cometido um outro assassinato. Durante a fuga, o irmão do suspeito, que não foi identificado, ao tentar dar fuga a ele, não conseguiu ligar a motocicleta onde os dois estavam e acabou sendo pego e linchado por um grupo de moradores revoltados com o crime. Ele foi levado em estado grave para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Caxias, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.

O suspeito conseguiu fugir por uma área de matagal, na zona rural do município. Equipes da Polícia Militar realizam buscas na região para tentar localizá-lo.

O suspeito de cometer o triplo homicídio foi identificado como Marlon e já teria outras passagens pela polícia. (G1MA).

Headhunters analisam perfil de candidatos, que podem ser eliminados dependendo do que publicam; empresas estão atentas ao que funcionários fazem nas redes por preocupações com a reputação e a segurança da informação.

As redes sociais se tornaram uma vitrine, através da qual se pode acompanhar o que as pessoas fazem, pensam ou compartilham. Ao mesmo tempo, pode ser uma vidraça para quem se expõe no ambiente virtual sem medir as consequências. E nesse território onde não há divisão entre público e privado, patrões e recrutadores estão de olho no que os profissionais compartilham e nas possíveis repercussões que podem ser geradas.

Neste mês, um funcionário da Latam foi demitido após ter aparecido em um vídeo com outros brasileiros constrangendo mulheres durante a Copa da Rússia.

Advogados trabalhistas ouvidos pelo G1 afirmam que o mau uso das redes sociais pode dar demissão, inclusive por justa causa – leia mais aqui.

Segundo a pesquisadora e consultora na área de comunicação digital Carolina Terra, as empresas estão de olho nos perfis, não apenas os monitorando diretamente, mas recebendo denúncias de pessoas que veem os conteúdos impróprios.

“As pessoas falam mal do chefe na rede social, mas não na cara dele, porque têm a pseudo-sensação de estarem protegidas, mas na verdade estão ultraexpostas e isso logicamente traz consequências”, diz.

A consultoria especializada em recrutamento, seleção, outplacement e recolocação de executivos Luciana Tegon ressalta que os profissionais são avaliados também no âmbito pessoal. “A gente quer entender um pouquinho o que faz aquele candidato que pode vir a se tornar funcionário dentro da empresa”, explica.

Segundo ela, os recrutadores fazem a pesquisa em perfis nas redes sociais quando o candidato consegue chegar à fase final, que é a entrevista com o empregador.

“Em alguns casos, os perfis nas redes sociais valem como critério de definição para que uma pessoa seja contratada ou descartada”, afirma.

Segundo ela, na entrevista presencial, é possível ver o que o candidato quer passar, mas existe sempre um outro lado que ele não conta, e nas redes sociais é possível conhecer o lado pessoal dele.

Ferramenta para o bem e para o mal

A coach executiva Luciana Tegon diz que as redes sociais também podem trazer benefícios para quem souber tirar bom proveito delas.

Segundo ela, pessoas engajadas em causas de voluntariado, em ONGs de animais, campanhas de agasalho, que praticam esportes, fazem jardinagem, por exemplo, são bem vistas pelo mercado de trabalho, que vê como positivo o que elas fazem quando estão fora da empresa.

Luciana conta o caso de uma secretária bilíngue que se destacou no processo seletivo porque em sua rede social ela mostrava seu trabalho voluntário num lar de idosos. “A rede social é uma ferramenta, que pode ser usada para o bem ou para o mal.”

Segundo Carolina, postar conteúdo prestador de serviços é sempre bem visto. “Ser um curador de informação no segmento do qual o profissional faz parte fará as pessoas o seguirem”, diz.

A coach executiva recomenda a quem for procurar emprego que antes revise seus posts nas redes e faça os ajustes necessários (veja dicas abaixo).

Luciana conta o caso de um candidato que tinha um currículo excelente, com fluência em três línguas e longa experiência profissional. Mas nos últimos 6 anos tinha trocado de emprego três vezes, o que dava indícios de ser um profissional instável. Esse argumento se comprovou quando os recrutadores verificaram seu comportamento nas redes sociais. Segundo ela, ele não tinha medida com bebida alcoólica e frequentava lugares que não condiziam com a função que ele ia exercer na empresa. Acabou não sendo contratado.

“A gente olha o conjunto de coisas, o que a pesquisa mostra, se tem comportamento adequado ou inadequado”, resume.

Carolina sugere, em último caso, ter dois perfis – um profissional e outro pessoal. “No pessoal fala o que quiser e mantém privado, e no profissional trata apenas de assuntos referentes ao emprego ou ligados ao segmento da carreira”, recomenda.

Empresas de olho nos funcionários

O professor de etiqueta em redes sociais e de mestrado profissional em jornalismo Ivan Paganotti diz que as empresas monitoram ativamente a participação dos funcionários nas redes sociais devido à preocupação com a reputação e com a segurança da informação, e geralmente elas avisam que estão fazendo isso.

Esse procedimento, segundo ele, é para prevenir que situações de crise surjam da exposição deles nas redes sociais, e já avisam que esses comportamentos poderão ser punidos.

“Se a empresa identificar um posicionamento inadequado, mesmo sem levar a uma repercussão maior, pode punir o funcionário com advertência ou fazer curso de adequação, agindo de forma preventiva”, diz.

Ele cita como exemplos o caso de um funcionário da rede de cafés Starbucks, que foi acusado de racismo nos Estados Unidos por chamar a polícia ao ver dois consumidores que estavam há muito tempo sem consumir. Os clientes denunciaram que sofreram discriminação por serem negros. “A empresa teve que dar uma resposta coletiva para isso e deu curso de formação para os funcionários contra discriminação”, conta.

Outro caso foi o da empresa de serviços de hospedagem Localweb, em 2010, cujo funcionário falou mal de um time de futebol nas redes sociais e era justamente a equipe patrocinada pela empresa. Ele acabou demitido. “Esse caso mostra como a crise de reputação da empresa pode surgir da participação dos funcionários nas redes sociais. É difícil separar a vida do torcedor do funcionário da empresa”, comenta.

Paganotti conta outro caso de uma funcionária que recebeu advertência por ter enviado um e-mail profissional para o marido com informação sobre promoções de motéis. A alegação da empresa é que ela usou o e-mail profissional para uma atividade “pouco ortodoxa”. “Ela mandou só para o marido, mas a empresa entendeu que ela poderia causar algum tipo de dificuldade no futuro”, explica.

Outros casos comuns são de funcionários em fotos nas redes sociais consumindo um produto da empresa concorrente.

Paganotti explica que, além do monitoramento, as empresas estão fazendo treinamento, implantando código de conduta e ética e regras de boas práticas nas redes sociais. “São empresas que já tiveram cobrança do público e, as que não tiveram, olham para seus concorrentes que se deram mal e agem de forma preventiva”, afirma.

Para o professor de etiqueta nas redes sociais, o público tem cobrado um posicionamento das empresas com mais frequência, o que mostra que é difícil separar a vida particular da profissional.

“As pessoas procuram onde o profissional trabalha para pedir punição, e as empresas atendem a isso. A responsabilidade então fica com os funcionários que agiram mal e não com a empresa”, explica.

Há casos em que as empresas se sentem prejudicadas, mesmo que o comportamento não tenha a ver com o trabalho do profissional ou não tenha havido exposição da companhia. Dentro disso se enquadra o caso do funcionário da Latam que foi demitido. “É uma forma de a empresa deixar claro que esse tipo de atitude não será tolerado”, diz.

Carolina defende que as empresas tenham uma política de mídias sociais interna, voltada para os funcionários, mostrando qual o comportamento que a empresa espera deles.

“Pode ser documento, vídeo, estar no contrato de trabalho que, ao cometer ato de preconceito, difamação e calúnia nas redes, a empresa se reserva a não querer aquele funcionário”, afirma.

“A gente não é só pessoa física na rede social, é jurídica também, representa aquela empresa em que trabalha”, ressalta a consultora na área de comunicação digital.

 Sem fronteiras entre público e privado

Para Carolina Terra, as pessoas não enxergam a fronteira entre o corporativo e o virtual e, como não estão conseguindo lidar com essa hipervisibilidade, acabam pagando por isso.

“Se elas falassem no bar, teriam consequência, mas na rede social fica exacerbado. E não estão medindo as consequências dos seus atos. Antigamente poderia render processo se viesse a público. Mas com a rede social tem o mundo inteiro vendo e reprovando aquele ato inconsequente”, diz.

Para Paganotti, todos devem ter a percepção de que hoje em dia não há mais divisão entre profissional e pessoal nem público e privado. E como não há como controlar as críticas, é preciso aceitar o fato de as pessoas poderem expor seu incômodo com certos comportamentos.

“Ter consciência sobre o funcionamento das redes pode acontecer baliza nossas condutas. E lembrar de experiências anteriores que causaram problemas faz com que as pessoas encontrem a melhor forma para se expor”, diz.

Para Carolina Terra, ninguém mais tolera preconceito, difamação ou calúnia. “Quem fez aquela brincadeira na Copa da Rússia não imaginou que aquilo pudesse rodar o mundo. Mas foi bom para alertar as consequências de um ato impensado”, diz.

O que não pega bem

Veja abaixo 16 dicas de Paganotti, Carolina e Luciana:

  1. Superexposição nas redes pode não ser bom – mostra que a pessoa tem mais foco em si mesma que no trabalho.
  2. Postar fotos mostrando o corpo ou com trajes íntimos, em situações incomuns ou constrangedoras, não pega bem. Se fizer questão de mostrar, deixe disponível apenas para os amigos.
  3. Redes sociais não são o lugar indicado para discussões ofensivas. Quem se expõe fica sujeito a julgamentos e está vinculando uma imagem sua que pode não ser positiva para um headhunter.
  4. Pessoas que costumam contar os dias para acabar a semana de trabalho mostram ter mais foco em prazer, diversão e descontração do que aspiração na carreira.
  5. Pessoas que reclamam demais têm foco nos problemas. Quem tem mais atitudes positivas mostra foco na solução.
  6. Falar mal de concorrentes pega mal, ainda que a intenção seja defender a empresa onde trabalha. Além disso, pode parecer que o empregador está estimulando a crítica.
  7. Postar apenas conteúdos envolvendo a vida pessoal pode prejudicar a carreira, já que pode dar a entender que a pessoa não tem interesses profissionais.
  8. Falar mal do patrão e de colegas de trabalho, faltar do trabalho e no mesmo dia postar foto se divertindo, além de pegar mal, dão demissão por justa causa.
  9. Aquele “consumidor profissional” que reclama de tudo reflete a vida dele. Ser crítico com tudo prejudica o profissional em busca de emprego, pois se fala mal do transporte público, vai falar mal da empresa e do chefe.
  10. Pessoas que precisam expor sempre suas opiniões e que são voluntariosas devem deixar seus perfis abertos apenas para amigos.
  11. Não escreva o que você não falaria na rua.
  12. O país vive um momento de muitas polarizações, e assuntos polêmicos sempre geram discussões. Evite se envolver nisso.
  13. Não precisa postar tudo o que está fazendo – além de se expor excessivamente e ter de arcar com o que foi publicado, pode ser perigoso para a sua segurança.
  14. É inadmissível ser preconceituoso, difamador e caluniador.
  15. Repense as postagens do que está sentindo no momento. Às vezes num dia ruim, expor a situação que te incomodou pode parecer imaturidade ou inflexibilidade.
  16. Cuidado com comentários sobre política e religião. Defender uma crença é totalmente normal, mas agredir ou ofender escolhas e posicionamentos de outros usuários é inaceitável. (Fonte: G1 Brasil).

Entre 2015 e 2018, número de adolescentes americanos entre 13 e 17 anos que possuem ou têm acesso a smartphones saltou de 73% para 95%, mostra estudo do Pew Research Center.

Jovens nos Estados Unidos estão abandonando o Facebook e migrando para plataformas como YouTube, Instagram e Snapchat.

A informação é mostrada por um estudo conduzido pelo Pew Research Center entre março e abril deste ano. Os resultados indicam que 51% dos americanos com idade entre 13 e 17 anos usam Facebook, uma queda de 20 pontos percentuais na comparação com 2015, quando o instituto havia conduzido seu levantamento anterior sobre os hábitos dos adolescentes do país nas redes sociais.

O desempenho fez a rede criada por Mark Zuckerberg perder três posições no ranking de preferência dos jovens, sendo ultrapassada por YouTube, Instagram e Snapchat.

O YouTube chegou ao topo da lista e é a plataforma mais acessada – 85% dos adolescentes que participaram da pesquisa disseram usar o site de compartilhamento de vídeos.

O Instagram, que ocupa o segundo lugar com 72% da preferência, é uma espécie de prêmio de consolação para o Facebook, que, desde 2012, também é dono da rede de compartilhamento de fotos e vídeos.

O número de adolescentes que usam Twitter (32%) e Tumblr (14%) se manteve praticamente o mesmo entre 2015 e 2018.

Celulares em alta

A pesquisa foi feita com 750 adolescentes e mostra, ainda, como a presença dos smartphones cresceu entre os jovens. Em apenas três anos, a proporção daqueles que possuem ou têm acesso a esse tipo de aparelho saltou de 73% para 95%, incremento de 22 pontos percentuais.

Além disso, 45% do total dizem estar online constantemente. (Fonte: Terra).

 

O Ministério Público do Maranhão ofereceu Denúncia, em 13 de junho, contra a ex-prefeita de Presidente Vargas, Ana Lúcia Cruz Rodrigues Mendes, por 31 crimes contra a Lei de Licitações (8.666/93), durante o mandato 2013-2016. Assina a manifestação o promotor de justiça Benedito Coroba.

As dispensas ilegais foram verificadas pelo Tribunal de Contas do Estado e constam no Relatório de Informação Técnica relacionado ao Fundo Municipal de Assistência Social.

No ano de 2013, foram firmados 17 contratos com a empresa Hidrata Construções para locação de veículos, cada um no valor de R$ 3 mil, totalizando R$ 51 mil de prejuízo aos cofres públicos. Também foram assinados oito contratos com a J. de Moura e CIA para aquisição de material de informática, no valor total de R$ 32.713,56.

Em datas imprecisas, em 2013, seis contratos com o Posto Americano, totalizando R$ 25.101,75, foram firmados para aquisição de combustíveis.

“Observou-se que despesas foram realizadas sem apresentar vinculação a nenhum processo licitatório, isto é, notas de empenho, ordens de pagamento e contratos não mencionam qualquer licitação que tenha precedido a despesa realizada”, afirmou, na Denúncia, Benedito Coroba.

Redação: Johelton Gomes (CCOM-MPMA)

Os presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede) lideram a pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira (28) em um cenário sem o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa. Dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados: Bolsonaro, à frente, com 17% e Marina com 13%. Entretanto, a maior proporção é de brancos e nulos (33%).

Neste mesmo cenário, o nome do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad foi apresentado como candidato petista. Ele soma 2% das intenções de voto, empatado com o ex-presidente Fernando Collor (PTC; 2%) e atrás de Ciro Gomes (PDT, com 8%), Geraldo Alckmin (PSDB, 6%) e Alvaro Dias (Podemos, 3%). Indecisos são 8% — veja abaixo os resultados completos.

Quando o nome de Lula é incluído na pesquisa estimulada, o petista lidera com 33% das intenções de voto, seguido por Bolsonaro (15%). Com 7%, Marina Silva está tecnicamente empatada com Ciro Gomes e Alckmin, ambos com 4%. Neste mesmo cenário, com Lula, brancos e nulos caem para 22%. O ex-presidente também lidera, com 21%, a preferência na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem ter contato com nenhum nome.

O levantamento também mediu a rejeição aos candidatos. Este quesito é liderado por Collor e Bolsonaro, empatados com 32% cada um, e seguidos de perto por Lula (31%). Na sequência vem o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (22%), Ciro Gomes (18%) e Marina Silva (18%).

De acordo com o levantamento, as menções a Lula são mais expressivas na região Nordeste e em municípios com até 50 mil habitantes. A preferência ao petista também aumenta conforme diminui a escolaridade e renda familiar, caminho inverso das intenções de voto em Bolsonaro, cuja preferência é maior entre homens e eleitores de até 34 anos.

As intenções de voto em Marina Silva são maiores nas regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste. Sem Lula na disputa, ela fica à frente de Bolsonaro entre as mulheres no Nordeste e entre os entrevistados com renda familiar de até um salário mínimo e que estudaram até a quarta série do ensino fundamental.

A pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria entrevistou dois mil eleitores entre os dias 21 e 24 de junho em 128 municípios. A margem de erro máxima estimada é de dois pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-02265/2018.

Veja abaixo os cenários completos da pesquisa CNI/Ibope:

Cenário 1
Jair Bolsonaro- 17%
Marina Silva- 13%
Ciro Gomes- 8%
Geraldo Alckmin – 6%
Álvaro Dias- 3%
Fernando Collor – 2%
Fernando Haddad – 2%
Flávio Rocha- 1%
Guilherme Boulos – 1%
Henrique Meirelles – 1%
João Amoêdo – 1 %
Levy Fidelix – 1%
João Goulart Filho – 1%
Manuela D’Ávila – 1%
Rodrigo Maia – 1%
Outros – 1%
Branco/Nulo – 33%
Não sabe/ Não respondeu – 8%

Cenário 2
Lula – 33%
Jair Bolsonaro – 15%
Marina Silva – 7%
Ciro Gomes – 4%
Geraldo Alckmin – 4%
Álvaro Dias – 2%
João Amoêdo – 1%
Manuela D’Ávila – 1%
Fernando Collor – 1%
Flávio Rocha – 1%
Levy Fidelix – 1%
João Goulart Filho – 1%
Outros – 2%
Branco/nulo – 22%
Não sabe/ Não respondeu – 6%

Intenção de voto espontânea
Lula – 21%
Jair Bolsonaro – 11%
Ciro Gomes – 2%
Marina Silva – 2%
Álvaro Dias – 1%
Geraldo Alckmin – 1%
João Amoêdo – 1%
Outros – 3%
Branco/Nulo – 31%
Não sabe/ não respondeu – 28%

Rejeição
Fernando Collor – 32%
Jair Bolsonaro – 32%
Lula – 31%
Geraldo Alckmin – 22%
Ciro Gomes – 18%
Marina Silva –18%
Rodrigo Maia – 13%
Fernando Haddad – 12%
Henrique Meirelles – 11%
Levy Fidelix – 10%
Aldo Rebelo –9%
Álvaro Dias – 9%
Flávio Rocha – 9%
Guilherme Boulos – 9%
João Goulart Filho – 9%
Manuela D’Ávila – 9%
João Amoêdo – 8%
Guilherme Afif Domingos – 8%
Paulo Rabello de Castro – 8%
Valéria Monteiro –8%
Poderia votar em todos – 2%
Não sabe/ não respondeu – 11%

Fonte: VEJA

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