FLÁVIO DINO EM DESESPERO: E SE A DILMA CAIR?

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) defende a permanência da presidente Dilma até o término do mandato no final de 2018 por duas óbvias razões: sempre foi querido e protegido pela presidente desde a Embratur até a eleição de 2014, e a segunda para garantir a própria reeleição.

Agora que os ventos começam a soprar negativamente para a presidente petista, Dino começa a enxergar a possibilidade de que a queda de Dilma Rousseff, quer pelo impeachment ou pela renúncia, pode atrapalhar seus planos de se reeleger facilmente ou impedir voos mais altos.

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Desde de ontem que ele foi para Brasília. E pretende colocar seus préstimos como ex-juiz federal e ex-presidente da Associação Nacional dos Juízes Federais contra o que considera manobra ou golpe para encurtar o mandato da presidente.

E, neste sentido, quer liderar novamente a rede da legalidade, reunindo o maior número possível de governadores para influenciar nas bancadas federais. No sei qual o cenário dos outros estados, mas aqui no Maranhão ele não tem o apoio da maioria dos 18 deputados federais e nem dos três senadores.

Podem até achar que é exercício de futurologia, mas a queda de Dilma Rousseff vai criar problemas de gestão e até crise política no governo Dino. Ele não terá vez com um governo do PMDB e muito menos com o do PSDB, que já conhece sua transformação camaleônica.

Qualquer que seja o governo de um dos dois partidos, o grupo Sarney ganhará folego e não se surpreendam se a primeira ação for conferir os detalhes do emprego do empréstimo do BNDES na gestão de Dino e a aplicação das verbas federais da Saúde e Educação, que parecem atrapalhadas.

(Por Luís Cardoso)

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