UM ATO COVARDE: APENAS OS VEREDORES CORONEL EGÍDIO AMARAL E MANOEL DA CONCÓRDIA VOTARAM CONTRA O AUMENTO ABUSIVO DA TAXA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA. E PASMEM: FALA DO VEREADOR EGÍDIO AMARAL DIFICILMENTE SERÁ REPRISADA NA TV DIFUSORA. ORDEM TERIA PARTIDO DO ALTO ESCALÃO ADMINISTRATIVO DA EMISSORA

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A cada dia que passa a atual legislatura de Bacabal decepciona mais e mais os seus eleitores, àqueles que levados a promessas vãs de alguns saíram das suas residências, outros vieram de outros Estados da federação e até de outros países com um único objetivo, o  de exercer a sua cidadania, votando naqueles representantes que teoricamente lutariam para uma melhor qualidade de vida para o seu povo. Porém, na prática não está sendo bem assim. Com exceção de um ou dois, os demais continuam atrelados a favores e votando em projetos que sequer chegam a apreciar, defendendo em primeiro lugar, suas conveniências pessoais e que se dane os menos favorecidos,  onde se baseiam,  a sua maioria,  em duas terias que comumente cito em meus textos: “farinha pouca, meu pirão primeiro” e “o povo tem a memória curta”, onde se referem que até a próxima eleição o povão já não lembrará mais das suas posições e atitudes e mais uma vez encenarão o papel coadjuvante de “massa de manobra”.

Na tarde de hoje (27) a maioria dos vereadores bacabalenses deram uma prova inconteste de não estarem nem aí para ninguém. Foi aprovado pela maioria dos vereadores o projeto de Lei nº 1.345 de 2017, datado de 25 de setembro de 2017, do poder executivo, que autoriza a atualização de valores para a cobrança  de iluminação pública – CIP, instituída através da Lei nº 1082 /2008. O pior é que as taxas de aumentam variam de R$ 2,28 (dois reais e vinte e oito centavos) a 726,94 (setecentos e vinte e seis reais e noventa e quatro centavos), dependendo da classe e grupo de tensão. O curioso é que o projeto deu entrada ontem (26), ou seja, data em que foi protocolado e já foi aprovado na sessão de hoje (27), sem passar por nenhuma comissão para análise.

As taxas foram assim apresentadas no projeto aprovado em tempo recorde. Classe residencial, alta e baixa tensão, serão reajustadas entre R$ 2,28 a 553,79; Industrial, alta e baixa tensão, entre R$ 3,88 a 605,78; Comercial, alta e baixa tensão, entre R$ 3,88 a 605,78; Rural, alta e baixa tensão, entre R$ 1,99 a 362,23 reais; Poder público, alta e baixa tensão, R$ 3,86 a 726,94;  Serviço público, entre R$ 3,30 e 514, 92 e por último, Consumo próprio, com taxas de aumento entre R$ 3,88 a 726,94, a maior taxa e que afeta, diretamente, o consumidor comum, o menos favorecido.

O que se estranha em tudo isso é que os vereadores da oposição, com exceção de apenas dois, os vereadores Egídio Amaral e Manoel da Concordia, votaram sem nenhuma objeção  e nem chegaram a discutir o projeto, pedir para que fossem para as comissões, foi tudo como uma jogada ensaiada, o que deixou algumas pessoas que estavam na galaria, “pasmas” com tal atitude, inclusive de vereadores considerados “Oposição LINHA DURA”. A estranheza foi total. O que teria acontecido com tais edis? Ou se aplicaria ai o adágio de que “DINHEIRO NÃO AGUENTA DESAFORO?

O vereador Coronel Egídio Amaral, indignado com a atitude dos seus pares, em especial, com aqueles do seu grupo, demonstrou a sua indignação  e disse que a aprovação desse projeto é um tiro pelas costas na população bacabalense e impetrará uma ação junto ao ministério público de Bacabal para a anulação desse projeto e conclamou o povo para que ajuízem uma ação pública com o mesmo objetivo. Em seguida e envergonhado principalmente com o seu grupo político se retirou da ação e disse: “foi um ato covarde contra o povo de Bacabal”, disse o vereador Coronel Egídio.

O pior ainda estava por vir. O vereador ainda no plenário Jocimar Alves de Sousa foi informado que a sua fala dificilmente será reprisada pela emissora  TV Difusora, que aliás, pertence ao grupo do deputado estadual Roberto Costa, o que caiu como uma bomba, uma vez ser a TV Difusora um canal que “faz oposição”  a atual gestão municipal.

EM TEMPO: O vereador e presidente da Câmara, Edvan Brandão não votou, já que só votaria se desse empate, o que não aconteceu, os vereadores Venâncio do Peixe e Joãozinho Algodãozinho, esses dois últimos não estavam presentes na sessão, portanto também não votaram. O vereador Alex Abreu está licenciado do cargo e ocupa, hoje, o cargo de secretário de finanças do município e também não estava presente.

VEJA O QUE FALOU O VEREADOR CORONEL EGÍDIO

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