NATÁLIA DUDA: VÍTIMA DE FAKE NEWS A CANDIDATURA DA VEREADORA DISPAROU, DISPAROU

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A vereadora Natália Duda que concorre ao seu terceiro mandato como representante do povo no legislativo bacabalense vem nos últimos dias sendo alvo de várias mentiras e calúnias nas redes sociais em forma de Fak News. Mas, o que é uma Fake News?

Fake News são notícias falsas publicadas por veículos de comunicação como se fossem informações reais. Esse tipo de texto, em sua maior parte, é feito e divulgado com o objetivo de legitimar um ponto de vista ou prejudicar uma pessoa ou grupo (geralmente figuras públicas).

A vereadora Natália Duda herdou do seu pai o conhecidíssimo “Seu Jonas da Trizidela” a seu carisma e o compromisso de ajudar os mais humildes. Eleita em 2012 para o seu primeiro mandato, foi uma vereadora atuante o que a credenciou para o segundo mandato em 2016, aumentando a sua votação, o que causou ciúmes e inveja dentro do próprio grupo.

Mas o que é inveja?

Inveja é o desejo de possuir um bem que pertence ao outro. É um sentimento de inferioridade e de desgosto diante da felicidade do outro. É um sentimento de cobiça da riqueza, do brilho e da prosperidade alheia. A inveja é o desejo constante que algumas pessoas sentem ao almejar a todo custo às conquistas da vida alheia, é desejar o que o outro possui ou realiza.

A inveja está intimamente ligada ao ciúme, no momento que produz desgosto ou tormento ao indivíduo que almeja possuir algo que pertence a outro indivíduo. A expressão popular dor de cotovelo é usada para indicar que alguém está com inveja ou ciúme do outro, pois perdeu algo ou alguém para outra pessoa.

Dada a sua espontaneidade em lidar com o povo, Natália Duda sempre teve a confiança da população, a admiração de boa parte dos seus colegas de parlamento e a confiança e a credibilidade dos gestores municipais, José Alberto Veloso e por último o prefeito Edvan Brandão,  e tudo isso causou ciúmes em muitas “raposas velhas”, com mais anos de parlamento, porém, não possuem a coragem, capacidade e determinação da vereadora Natália Duda.

Diante do crescimento visto a olhos nus da campanha da vereadora Natália Duda, muitos daqueles chamados “amigos da onça”, pessoas que comiam em seu prato e que hoje se prevalecem do anonimato das redes sócias, usando perfis falsos e pessoas inescrupulosas para tentar denegrir a imagem de Natália Duda, mas, o tiro saiu pela culatra e a mulher dispara a cada dia.

Em uma das postagens uma internauta fictícia diz que a vereadora cooptou votos de uma determinada candidata. Eleitor não se coopta, primeiro a maioria são de maior de idade, Segundo o voto é livre e soberano e todos têm o direito de escolher o seu candidato. O tempo do voto de cabresto ficou para trás.

Como sempre foi uma vereador do povão, Natália Duda é a vereadora Das Jades, sim, vereadora dos carroceiros, vereadora dos autônomos, vereadora dos funcionários públicos, vereadora do descamisado, vereadora dos pés no chão, vereadora do morador do centro, vereadora do morador de bairro, do rico e do pobre.

O ser humano, todos, sem exceção tem ao livre arbítrio. O direito de ir e vir são sagrados. O ser humano tem a liberdade de escolher o local onde quer morar. O que não pode como pessoa pública é esquecer as suas raízes, seus amigos, seus apoiadores e o povo, fatos que não se atribuem ao trabalho da vereadora Natália Duda nos seus dois mandatos: sempre prestativa ao povo em qualquer hora do dia ou da noite.

O termo ostentação não se adeque em nenhum momento a atuação da vereadora Natália Duda. O que a vereadora tem ostentado é a presteza em servir ao povo de Bacabal quando em muitas das vezes é acordada no meio da madrugada para servir, onde atende quem a procura sempre com o sorriso no rosto e de bom grado.

O que mais dói na turma da inveja é fato a vereadora Natália Duda ser uma parlamentar influente e pretender alçar voos  maiores e possíveis. É aceitar que dói menos.

A vereadora já procurou as autoridades policiais e em breve estas pessoas estarão sendo chamadas às barras da justiça.

Estou tranquila e nada melhor que o povo para julgar nas urnas. Quanto mais falam da minha pessoa, mais me promovem. É como diz o eterno presidente Sarney: de bem ou de mal, mas, falem de mim. Afinal toda pessoa pública tem de ir aonde o povo está”, disse a parlamentar.

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