FELIZ DIA DO PROFESSOR: CRÔNICA DE GENIVALDO BORGES

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Acordei hoje assim meio Drummond, “no meio do caminho tinha uma pedra,  tinha uma pedra no meio do caminho… nunca me esquecerei desse acontecimento “. E no meio desse caminho pergunte em uma roda de alunos que profissão querem seguir? Médico, Advogado, Engenheiro, e assim a lista vai mostrando status, e a profissão de Professor talvez nem seja uma escolha – ,mas é óbvio que concordo que seja assim, não é Guimarães Rosa? Ensinar é um “Grande Sertão: Veredas”  é ser Substantivo, um Verbo de ação, uma Voz ativa, um Sujeito, nunca um objeto, destarte esses moldes adjetivados não podem pairar sobre o humano comum, são somente para os que têm auréolas na fronte.

E assim, quero com vaidade coroar meus confrades que nunca serão o opróbrio desse mundo, essa caducidade não está nessas mentes férteis; um povo que tem emprestado sua bandeira do conhecimento, que não vende conhecimento, transmite com todos os requintes.

 Ah! Drummond, as pedras do caminho da sua poesia servem de reflexão -, mas não estão mais nessas veredas – os mestres que ensinam aplanaram os caminhos para outros profissionais passarem, e nunca me esquecerei desse acontecimento mento .

Genivaldo Borges (Professor).

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