O sonho da ex-governadora Roseana Sarney de virar ministra ficou mais longe. Acusada de receber dinheiro para a sua campanha fruto de propina de licitações e obras superfaturadas, de acordo com denúncia do Ministério Público do Maranhão (MPMA), Roseana dificilmente assumirá o ministério da Educação no governo Michel Temer.

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Uma das principais articuladoras do impeachment de Dilma no PMDB, a filha do ex-senador José Sarney vislumbra assumir um posto de destaque no governo peemedebista. Só que com a imagem desgastada por corrupção, Temer jamais nomeará Roseana em um cargo de primeiro escalão.

Mas a família Sarney não deixará de ser recompensada, assim como foi nos governos do PT (lembrando, a família Sarney era aliada de Lula e Dilma).

O deputado federal Sarney Filho (PV) pode comandar o ministério de Meio Ambiente ou então o de Ciência e Tecnologia.

Jornal Pequeno

A edição desta semana da Revista VEJA, apresenta áudios e relatos que comprovariam que Waldir Maranhão “assessorou” quadrilha de doleiro. Abaixo a matéria que compromete e muito o presidente interino da Câmara Federal.

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Alçado à cadeira de presidente da Câmara com a decisão do Supremo Tribunal Federal de afastar Eduardo Cunha, o deputado Waldir Maranhão (PP-MA) é um legítimo representante do baixo clero do Congresso Nacional. Aliado de Cunha, a quem já prestou alguns valiosos favores – como assinar despachos destinados a retardar o processo de cassação do peemedebista -, a última vez que Maranhão teve seus minutos de fama foi na votação do impeachment de Dilma Rousseff. Ele era tido, até então, como voto certo pela saída da presidente. Mas, de última hora, cortejado pelo PT e convidado a visitar o bunker montado pelo ex-presidente Lula em um hotel de Brasília, mudou de lado. Com a sessão já em curso, e ladeado por próceres petistas, Maranhão correu para anunciar que votaria contra o impeachment. Ele é conhecido como um político que, digamos, não desperdiça oportunidades. Não por acaso, e a despeito da amizade com Eduardo Cunha, na quinta-feira ele não se fez de rogado quando surgiu a chance de substituí-lo: tão logo saiu a liminar do ministro Teori Zavascki, correu para ocupar o gabinete do amigo.

Veterinário por formação, e no exercício de seu terceiro mandato de deputado federal, Maranhão foi eleito vice-presidente da Câmara em fevereiro do ano passado. Junto com Cunha. E com a bênção de Cunha. Como um parlamentar atento a oportunidades, Maranhão, claro, não deixou o petrolão passar batido – e, por isso, integra o extenso rol de excelências investigadas pela Operação Lava Jato: está entre as dezenas de deputados e senadores que, em troca de apoio ao governo, recebiam do doleiro Alberto Youssef parcelas regulares da propina oriunda dos desvios na Petrobras. Como um parlamentar atento a oportunidades, Waldir Maranhão aparece enredado em outras histórias comprometedoras que também estão sob a lupa das autoridades. Uma delas, repleta de provas robustas, está em poder da Procuradoria-Geral da República há pelo menos dois anos. Diz respeito à parceria entre Waldir Maranhão e um conhecido doleiro de Brasília, Fayed Traboulsi.

Fayed comandava, na capital da República, um esquema de corrupção paralelo à rede de Youssef no petrolão. Por vezes, a dupla de doleiros fazia parcerias pontuais. Como Fayed mantinha suas operações em Brasília, nas emergências o paranaense Youssef utilizava seus serviços – o esquema brasiliense funcionava como uma espécie de sucursal do banco clandestino do operador do petrolão. Em comum, sempre, a ligação estreita entre os doleiros e personagens do mundo da política. Fayed, porém, tinha seus próprios negócios. Um deles, desbaratado pela Operação Miqueias, uma parceria da Polícia Federal com o Ministério Público do Distrito Federal, tinha por objetivo vender títulos podres a fundos de pensão de servidores públicos. O esquema, que desviou mais de 50 milhões de reais, funcionava graças à sempre lucrativa joint-venture como os políticos. Eles abriam caminho para que os negócios saíssem e, em troca, recebiam uma parcela do lucro na forma de propina. É justamente aí que entra o sucessor de Eduardo Cunha na presidência da Câmara.

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Policiais Militares do 21º BPM/Cpam-3, por volta das 21h00, do dia 06, quando faziam rondas pela Br – 135,  na altura do km-8 ,avistaram dois indivíduos em uma moto em atitude suspeita, e que ao avistarem a viatura empreenderam fuga.

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JOÃO BATISTA E MENOR TSS

A dupla foi perseguida e detida pela guarnição. Que durante a abordagem aos suspeitos foi encontrado 01 (um) revólver, calibre. 38 mm, de nº E409287, com duas munições intactas; 01 (uma) moto, Fan, 150cc, de placa PSK 1980 e a importância de R$ 2.372,00 (dois mil trezentos e setenta e dois reais).

Os mesmos foram identificados como João Batista Lopes da Silva Sousa, 37 anos, residente  a rua Nossa Senhora da Conceição, Pedrinhas, e o menor das iniciais TSS, 16 anos, residente no mesmo endereço.

Foram apresentados a autoridade competente para os devidos trâmites.

Participaram da ação o Sargento PM Ferdinan e os Soldados PM Penha, Daniel Alves, Sampaio, Madeira e Emanuelle, todos do 21º BPM.

Em atendimento a denúncias de populares, que na Vila Maranhão, havia um grupo de homens armados e ameaçando a população, uma equipe da PM foi averiguar o fato. Além dos policiais militares do Grupo Tático Móvel (GTM/1º BPM/Cpam-3), também compareceram ao local, o secretário de segurança, Jefferson Portela; o comandante Geral da Polícia Militar do Maranhão, Coronel Pereira e o comandante do CPAM – 3, Coronel Egídio Amaral.

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VIGILANTES DETIDOS NO LOCAL

No local foram detidos Paulo Ferreira Costa, 33; Nilton Araújo, 44, e Aldo Sérgio Castro Oliveira, 39 anos, por não possuírem nenhuma documentação que lhes respaldassem como segurança.

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MATERIAIS E ARMAS ENCONTRADAS COM OS VIGILANTES

Após informações foram encontradas no local 01 (uma) espingarda, tipo fogo central; 01 (uma) espingarda de fabricação caseira; 01 (uma) espingarda, tipo ar comprimido; 02 (dois) facões; 04 (quatro) facas e 05 (cinco) celulares. Todo o material estava escondido. Fato ocorrido âs 18 horas, do dia 06.

Todos foram apresentados no 16º DP da Vila Embratel para os tramites que o caso requer.

O Governo Federal, por meio do Ministério de Desenvolvimento Agrário, liberou a quantia de R$ 537.421,68 mil ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – Incra/MA para que o órgão implantasse o sistema de abastecimento de água nos assentamentos de sua responsabilidade, no município de Itinga do Maranhão.
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O valor do convênio é de R$ 1.343.554,18 milhão e foi firmado entre a Prefeitura, comandada por Luzivete Botelho e o Incra.
O primeiro repasse foi feito em junho de 2014, mas até o momento, os poços artesianos não foram perfurados em nenhuma localidade. Segundo informações, o Incra contratou a empresa TJ prestação de Serviços Ltda-ME,  para garantir a realização da obra e efetuou parte do pagamento, entretanto e a construção não foi nem iniciada.
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De acordo com o Portal da Transparência, os Povoados que seriam beneficiados com o sistema de abastecimento de água são Acaizal, Alto Alegre do Ipuí, Boa Vista, Nova Vitória, Vila Horizonte Azul e Vila Nova Chapadão.
Enquanto isso, a população dessas regiões clama por socorro, afinal sofrem pela falta d’água.
Fonte: Blog Jo Fernandes

O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), é acusado por um delator da Operação Miquéias de ter recebido pagamentos de propina para que a Prefeitura de Santa Luzia, no Maranhão, investisse em um fundo de investimento controlado por uma quadrilha de doleiros. O delator chegou a indicar a conta bancária onde foram feitos os pagamentos.

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De acordo com depoimento de Almir Fonseca Bento, que fechou acordo de delação premiada e captava investimentos para a empresa da quadrilha, Maranhão foi a ponte de contato, em 2012, com o então prefeito de Santa Luzia (MA), Márcio Leandro Antezana Rodrigues.

O delator revelou que estava com o deputado quando conversou com o prefeito de Santa Luzia sobre o investimento feito, um total de R$ 6 milhões, em fundos geridos pela empresa dos doleiros, a Invista Investimentos Inteligentes. “O deputado Waldir Maranhão recebeu R$ 60 mil por esta operação. Que deste total R$ 10 mil foi pago através de transferência bancária da sua conta no banco Itaú“, dia Almir Bento.

O dinheiro foi depositado na conta da esposa de Maranhão, de acordo com o documento. A transferência bancária foi feita entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013. No depoimento, o delator disse que o deputado cobrou o dinheiro para que pudesse pagar uma viagem para passar a virada do ano no Rio de Janeiro.

As provas contra Maranhão foram enviadas ao Supremo Tribunal Federal em 8 de outubro de 2013 para que ele fosse investigado e acusado por participação no esquema. Em abril, a Procuradoria-Geral da República determinou diligências para apurar a participação dele no caso.

A Operação Miqueias combateu uma quadrilha chefiada pelo doleiro Fayed Treboulsi, que corrompia prefeitos e gestores de fundos de previdência municipais para que invetissem recursos – guardados para pagar aposentadorias de servidores públicos – em fundos de investimentos geridos pela organização criminosa. Esses investimentos geravam lucros para a quadrilha e prejuízos para os fundos de pensão – e, consequentemente, para os servidores. O deputado Waldir Maranhão mantinha contatos frequentes com o doleiro Fayed pelo telefone.

Procurado, Waldir Maranhão informou que “nega o recebimento de qualquer tipo de benefício indevido e que não tem conhecimento de tal acusação”.

Uma confusão generalizada no bairro Trizidela, por volta das 20h30min, desta sexta-feira (6), terminou com um morto e três feridos.  O motivo, segundo o apurado pelo Blog seria uma rixa em virtude de um roubo na residência do senhor Ariosvaldo Silva de Brito, residente na Rua Armando Filho, também na Trizidela.

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JOSENILDO FERREIRA COSTA (BORRACHA) / ACUSADO

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Em dezembro de 2015, Josenildo Ferrreira Costa, conhecido por Borracha, morador do bairro, teria entrado na casa de Ariosvaldo e subtraído a importância de R$ 6.000,00 (seis mil reais). Josenildo, foi preso, acusado da morte de Adelvânio Lima Rodrigues, 20 anos, também envolvido na confusão e que residia na rua Armando Castro, no mesmo local.  O homicidado é sobrinho de Ariosvaldo.

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Josivan Ferrreira Costa, que também figura, preliminarmente, como um dos acusados,  está lesionado e se encontra no Pronto Socorro de Bacabal, onde já estão Ariosvaldo e a senhora Maria do Socorro Ferreira Costa, todos residentes na Trizidela.

Josenildo foi preso pela PM. Foram apreendidos no local, uma faca e um canivete. Todas as lesões foram provocadas por arma branca.

Cabe agora a Polícia Civil apurar a responsabilidade de cada uma das pessoas envolvidas na confusão.

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Participaram da ocorrência as seguintes equipes de policiais militares: Esquadrão Águia, composta pelos Soldados PMs Diogo, Lendel e Alex; RP2, composta pelo Cabo PM Valderi e Soldados PM Vasconcelos e Ericeira, e também, a RP4, composta pelo Cabo Mochel e Soldados PM Joaquim e Mônica.

Com informações do Cabo PM Janilson do 15º BPM/Copom.

Fotos: Sérgio Matias.

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Por volta das 11h30,  desta sexta feira dia 06, nas proximidades do terminal rodoviário, precisamente, em frente  ao Estádio Correão, uma pessoa identificada como Raimundo da Conceição, também conhecida por “Pinote”, que também é usuário de drogas foi lesionada com três facadas desferidas por um outro usuário identificado como Isaías.

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Pinote foi atingido no abdômen e no braço. O acusado fugiu do local. Raimundo Pinote recebeu os primeiros socorros de uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), sendo transferido para o Pronto Socorro Municipal de Bacabal.

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Uma guarnição da PM comandada pelo Cabo PM Nadson e ainda composta pelos Soldados PM Alan, Menezes e Luan estiveram no local, fizeram várias diligências, mas não conseguiram prender o acusado.

Informações: Blog Plantão Policial

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