Os supostos delitos e criminosos que estão sendo investigados na Operação Lava Jato não deveriam estar sendo julgados por Moro, segundo a tese da defesa de Paulo Okamoto, corroborada por juristas ouvidos pela reportagem. O principal ponto é que Moro não é o “juiz natural”, princípio previsto na Constituição, para julgar os crimes em questão. 
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Pedro Lopes e Vinícius Segalla
Do UOL, em São Paulo
Nas últimas semanas, a operação Lava Jato levantou polêmica ao divulgar conversas entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a atual presidente Dilma Rousseff (PT). Os questionamentos sobre a legalidade da investigação, entretanto, surgem desde sua origem, há quase dez anos. Documentos obtidos pelo UOL apontam indícios da existência de uma prova ilegal no embrião da operação, manobras para manter a competência na 13ª Vara Federal de Curitiba, do juiz Sergio Moro, e até pressão sobre prisioneiros.
Esses fatos são alvo de uma reclamação constitucional, movida pela defesa de Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, no STF (Supremo Tribunal Federal). A ação pede que as investigações da Lava Jato que ainda não resultaram em denúncias sejam retiradas de Moro e encaminhadas aos juízos competentes, em São Paulo e no próprio STF. Para ler a íntegra do documento, clique aqui.
Como presidente do Instituto Lula, Okamatto também foi alvo da 24ª fase da operação. Ele foi ouvido pela força-tarefa para tentar esclarecer como o instituto e a LILS Palestras receberam R$ 30 milhões de empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras. Parte do dinheiro foi transferido do Instituto Lula para empresas de filhos do ex-presidente, segundo a investigação.
A reportagem ouviu nove profissionais do Direito, dentre advogados sem relação com o caso e especialistas de renome em processo penal, e a eles submeteu a reclamação constitucional e os documentos obtidos. Os juristas afirmam que a Operação Lava Jato, já há algum tempo, deveria ter sido retirada da 13ª Vara Federal de Curitiba, além de ter sido palco de abusos de legalidade.
O portal também questionou o juiz Sergio Moro sobre o assunto, mas o magistrado preferiu não se pronunciar (leia mais ao final desta reportagem).
Veja os principais pontos questionados:
Origem em grampo ilegal  
A Lava Jato foi deflagrada em 2014, mas as investigações já aconteciam desde 2006, quando foi instaurado um procedimento criminal para investigar relações entre o ex-deputado José Janene (PP), já falecido, e o doleiro Alberto Youssef, peça central no escândalo da Petrobras. Entretanto, um documento de 2009 da própria PF (Polícia Federal), obtido pelo UOL, afirma que o elo entre Youssef e Janene e a investigação surgiram de um grampo aparentemente ilegal.
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A conversa grampeada em 2006, à qual a reportagem também teve acesso, é entre o advogado Adolfo Góis e Roberto Brasilano, então assessor de Janene. Seu conteúdo envolve instruções sobre um depoimento, exercício típico e legal da advocacia. Os desdobramentos dessa ligação chegaram, anos depois, a Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras e o primeiro delator da Lava Jato.
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“Se as premissas estiverem corretas, realmente parece que se tratava de conversa protegida pelo sigilo advogado-cliente. Nesse caso, a interceptação telefônica constitui prova ilícita”, explica Gustavo Badaró, advogado e professor de Processo Penal na graduação e pós-graduação da Universidade de São Paulo. “Essa prova contaminará todas as provas subsequentes. É a chamada “teoria dos frutos da árvore envenenada”. Todavia, a prova posterior poderá ser mantida como válida, desde que haja uma fonte independente”, conclui o professor.
Lava Jato já deveria ter saído do Paraná
Os supostos delitos e criminosos que estão sendo investigados na Operação Lava Jato não deveriam estar sendo julgados por Moro, segundo a tese da defesa de Paulo Okamoto, corroborada por juristas ouvidos pela reportagem. O principal ponto é que Moro não é o “juiz natural”, princípio previsto na Constituição, para julgar os crimes em questão.
De acordo com Geraldo Prado, professor de processo penal da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e da Universidade de Lisboa, “na Lava-Jato, o juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba [onde atua Moro] há muito tempo não é mais competente para julgar casos que remotamente surgiram de investigação no âmbito do chamado caso Banestado. Pelas regras em vigor, praticamente todos os procedimentos seriam ou de competência de Justiças Estaduais ou da Seção Judiciária Federal de São Paulo, porque nestes lugares, em tese, foram praticadas as mais graves e a maior parte das infrações. Há, portanto, violação ao princípio constitucional do juiz natural. Exame minucioso da causa pelo STF não pode levar a outra conclusão.”
A legislação brasileira estabelece critérios objetivos para determinar quem julga determinado crime. O ponto principal é que um crime, via de regra, será julgado no local onde ele foi cometido. Já quando existem crimes conexos, ou seja, que têm relação com delitos previamente cometidos pelos mesmos autores, eles podem vir a ser julgados pelo mesmo juízo responsável pela apreciação dos crimes iniciais.
Em casos de conexão, a lei prevê que o que determina quem será o juiz natural para o julgamento são os seguintes critérios, nessa ordem: o lugar onde ocorreu o delito que tem a pena mais grave, o lugar em que houver ocorrido o maior número de infrações, se as respectivas penas forem de igual gravidade, e a competência pela prevenção, que se dá quando um juiz já julgou crimes relacionados ao mesmo esquema ilegal. Segundo Moro, é esse último critério que faria dele o juiz natural de todos os delitos: os crimes seriam conexos a outro que ele já vinha julgando.
Tanto é assim que, em todas as decisões relacionadas aos crimes investigados na operação, o magistrado inicia seu texto com o seguinte cabeçalho: “Tramitam por este Juízo diversos inquéritos, ações penais e processos incidentes relacionados à assim denominada Operação Lava Jato. A investigação, com origem nos inquéritos 2009.70000032500 e 2006.70000186628, iniciou-se com a apuração de crime de lavagem consumado em Londrina/PR, sujeito, portanto, à jurisdição desta Vara, tendo o fato originado a ação penal 504722977.2014.404.7000”.
Os inquéritos a que Moro se refere, de lavagem de dinheiro, foram cometidos no Banestado, e nada têm a ver com as fraudes e desvios de dinheiro público que ocorreram na Petrobras, que são o principal foco da Lava Jato. A ligação, alegada por Moro, é que que alguns dos investigados no Banestado, como Janene e Yousseff, foram flagrados em escutas telefônicas falando sobre outros supostos crimes, estes sim relacionados à Petrobras.
O STF, no entanto, já proferiu decisão afirmando que escutas telefônicas que revelem crimes diferentes dos que estão sendo investigados devem ser consideradas provas fortuitas, não tendo a capacidade de gerar a chamada conexão por prevenção. É o que afirma o advogado Fernando Fernandes, que defende Paulo Okamotto, na ação que move no STF, classificando a prática de “jurisprudência totalitarista”.
O professor  Badaró concorda. “Houve um abuso das regras de conexão na Lava Jato. Além disso, a conexão tem efeito de determinar a reunião de mais de um crime em um único processo. Isso não foi feito na Lava Jato. Ao contrário, os processos tramitam separados”. O advogado André Lozano Andrade, especialista em direito processual penal do escritório RLMC Advogados, lembra ainda que um dos investigados, José Janene, tinha foro privilegiado por ser deputado federal, na época. “Assim, os autos deveriam ter sido remetidos para o STF. Além disso, deveriam os autos no que se refere a outros crimes ter sido remetidos para São Paulo, tendo em vista que o centro de operação dos ´criminosos´ era na Capital Paulista. A competência por prevenção só se dá quando ausentes outras formas de determinação de competência.”
Longa investigação sem denúncia 
A investigação que culminou na deflagração da Operação Lava Jato, a respeito de crimes de lavagem de dinheiro ocorridos no âmbito do Banestado, no Paraná, tiveram início em 2006. Daquele ano até 2014, se passaram oito anos sem que a Polícia Federal, que comandava a operação, oferecesse uma só denúncia contra os investigados, o que, na definição da defesa de Paulo Okamoto, seria “investigação eterna”.
Em 2013, após sete anos de investigações sobre o Banestado, Moro reconheceu as dificuldades para apontar os crimes, mas concedeu um prazo adicional de quatro meses para alguma conclusão. Esse prazo ainda foi renovado por mais três meses após o final. O inquérito foi arquivado, mas serviu como referência para a abertura de outro, que terminou na Lava Jato.
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“A questão torna-se mais delicada se a investigação dura meses ou anos e em seu curso são adotadas medidas cautelares que invadem a privacidade alheia [afastamento de sigilos, interceptações etc.], sem que a investigação seja concluída. A última hipótese é típica de estados policiais e não de estados de direito”, alerta o professor Geraldo Prado.
“Embora não haja na legislação brasileira um prazo máximo para a conclusão de investigações criminais, se os investigados estiverem soltos, não é possível admitir que a investigação possa se desenvolver sem um limite temporal”, diz Gustavo Badaró.
Decisões tomadas sem consulta ao MPF
Durante os oito anos de investigações, o juiz Sérgio Moro autorizou sucessivas quebras de sigilo fiscal, bancário, telefônico e telemático e decretou prisões cautelares, sem consultar previamente o MPF (Ministério Público Federal) ou até contrariando recomendação deste órgão, que, por lei, é o titular da ação penal pública.
A história começou em 14 de julho de 2006, quando a PF fez uma representação para Moro, com o objetivo de investigar a relação de Youssef e Janene, solicitando a interceptação telefônica do primeiro. Quando isso ocorre, o procedimento normal é remeter o pedido ao MPF, para que se manifeste. Apesar disso, em 19 de julho de 2006, Moro deferiu todos os pedidos da PF sem prévia manifestação do MPF. Em seguida, não houve abertura de vista ao MPF, e a próxima manifestação da PF nos autos só ocorreria quase um ano mais tarde, em 3 de maio de 2007. Durante todo esse tempo, os policiais mantiveram uma investigação que incluía quebras de sigilo.
O primeiro despacho abrindo vista para o MPF só ocorreu em 9 de setembro de 2008, mais de dois anos após a abertura da investigação. Os procuradores, então, consideraram que já havia passado muito tempo de investigação sem qualquer resultado frutífero, e recomendaram que Moro extinguisse ali mesmo a investigação, a não ser que a PF se manifestasse dando provas de que estariam para surgir fatos novos que justificassem a continuidade das investigações.
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Moro, no entanto, resolveu ir contra a recomendação do MPF, e permitiu que a PF continuasse investigando.
Em 06 de janeiro de 2009, quase 120 dias depois, surgia uma mensagem anônima com informações novas que levavam a crer que Yousseff e Janene mantinham um esquema de lavagem de dinheiro. A PF, então, pediu novas interceptações e quebras de sigilo bancário e fiscal de dezenas de pessoas e empresas. O MPF recomendou que delimitasse o pedido, indicando o período e os documentos a serem obtidos. Mais uma vez, Moro descumpriu a recomendação dos procuradores, e autorizou todos os pedidos da polícia. “Há motivos suficientes para deferir a quebra de sigilo fiscal e bancário relativamente a todas essas pessoas, considerando as suspeitas fundadas da prática de crimes expostas nas decisões anteriores e nesta, bem como por se inserirem no rastreamento bancário em andamento”, disse o juiz, em despacho.
Outras nove vezes Moro deferiu quebras de sigilo, sem ouvir o MPF, justificando sempre da mesma forma. “Não o ouvi (MPF) previamente em virtude da necessidade de não haver solução de continuidade da diligência e por se tratar de prorrogação de medidas investigatórias sobre as quais o MPF já se manifestou favoravelmente anteriormente.”
O professor Badaró explica as consequências desta prática. “O deferimento em si de um pedido sem oitiva prévia do MP não é ilegal, mas a sistemática utilização de tal expediente, por mais de um ano, permite que se coloque em dúvida a imparcialidade do julgador”.
Presos sem acesso a advogados e banho de sol
A fase mais recente da Lava Jato trouxe denúncias de violações de direitos humanos — prisões temporárias prolongadas com o objetivo de obter delações premiadas. Durante este processo, presos teriam sido isolados, privados de encontros com seus advogados e até de banho de sol. Um parecer do Ministério Público Federal de junho de 2014 aponta a ilegalidade dessas práticas e pedem que sejam interrompidas — o preso em questão é Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras.
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Outro Lado
No dia 29 de março, a reportagem do UOL informou à assessoria do juiz Sergio Moro que estava preparando uma reportagem sobre as supostas irregularidades constantes na origem da Lava Jato. O portal enviou ao magistrado a íntegra da reclamação constitucional interposta no STF pela defesa de Paulo Okamoto. A reportagem destacou, ainda, que chamavam a atenção “uma prova aparentemente ilícita (um grampo ilegal) que pode estar na origem de tudo, e uma série de manobras que teriam sido feitas pelo magistrado para manter a competência em Curitiba, contrariando o princípio do juiz natural e as regras de processo penal aplicáveis.” Diante disso, solicitou, por fim, que Sergio Moro se manifestasse a respeito do assunto.
Menos de uma hora após o envio da mensagem, a assessoria de Moro respondeu ao UOL, afirmando que “o magistrado não se manifesta a não ser nos autos”.
Apesar do atual silêncio do juiz paranaense, Moro já proferiu opiniões sobre alguns pontos ora em debate, seja em palestras, decisões judiciais ou textos acadêmicos. Em um artigo que escreveu em 2004, por exemplo, Moro defendeu o uso da prisão preventiva como forma de forçar um investigado a assinar um termo de delação premiada”. O juiz considera válido “submeter os suspeitos à pressão de tomar decisão quanto a confessar, espalhando a suspeita de que outros já teriam confessado e levantando a suspeita de permanência na prisão pelo menos pelo período da custódia preventiva no caso de manutenção do silêncio ou, vice-versa, de soltura imediata no caso de confissão”.
Sobre o grampo de conversas entre advogado e cliente, em manifestação enviada ao STF no último dia 29, a respeito do grampo dos advogados que defendem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Moro afirmou que o fez por considerar que um dos advogados seria parte do suposto grupo criminoso que estaria sendo investigado, o que tornaria legal a interceptação. Esta poderia ser uma explicação para o grampo supostamente ilegal que deu início à Lava Jato.
Portal Uol

A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) encaminhou ao Serasa mais um lote de 27.864 Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) com débitos do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), resultando para o estado, aproximadamente, R$ 8 milhões em cobrança do imposto e acréscimos moratórios.

Já existe na página da IPVA, no portal da Sefaz, um canal de consulta para o proprietário de veículo interessado em fazer a verificação das informações de débitos por pessoas e empresas que possuam veículos com registro de propriedade em seu nome ou razão social. Nele, o interessado deve acessar a opção ‘IPVA-Notificados/Serasa’, inserir o número do CPF ou CNPJ e o número de notificação informada na carta.

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No rodapé da página o interessado localiza o Renavam do veículo e pode emitir o documento de pagamento (DARE) com o código de barras para fazer o recolhimento no Banco do Brasil e seus correspondentes. O pagamento pode ser feito nos caixas eletrônicos do BB e pela Internet para os correntistas do Banco.

Caso o contribuinte não receba a carta e não saiba o número de notificação ele pode comparecer a uma das agências da Sefaz ou informar o Renavam do veículo no menu ‘IPVA/Débitos’ para consultar o valor lançado.

Concessão de anistia de multas e juros

Até o dia 29 de abril proprietários de veículos podem aproveitar o benefício de redução de 100% das multas e dos juros moratórios dos débitos do IPVA referentes aos exercícios de 2015 e anos anteriores.

O benefício vale para pagamento em parcela única, até 29 de abril de 2016, podendo se regularizar os proprietários de veículos automotores que possuem débitos de IPVA, inscritos ou não em Dívida Ativa.

Parcelamento do IPVA pela internet

Os contribuintes também poderão se regularizar com o parcelamento dos débitos, no entanto, sem o benefício da anistia de multas e juros moratórios. Podendo ser realizado pelo portal da Secretaria na internet, os proprietários podem parcelar a dívida em até 12 (doze) vezes, desde que a parcela mínima não seja inferior a R$ 30 (trinta reais), para motocicletas e similares, e de R$ 100 (cem reais), para os demais veículos automotores.

Feito o parcelamento, com o pagamento da primeira parcela o sistema, automaticamente, exclui o Renavam da Dívida Ativa e Serasa. Para realizar o parcelamento na internet, o contribuinte deverá acessar o Portal da Sefaz-MA, no menu IPVA, e clicar na opção ‘Parcelamento de IPVA’. A Secretaria disponibilizou também um passo a passo para realização deste procedimento: http://portal.sefaz.ma.gov.br/portalsefaz/files?codigo=7925

Fonte: Assessoria de Comunicação Sefaz

O governo autorizou ontem um reajuste de 12,5% no preço dos remédios. O aumento consta de Resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), publicada ontem no Diário Oficial da União. Será a primeira vez, em 10 anos, que a alta virá acima da inflação, que teve variação de 10,36% no período de 12 meses até fevereiro.

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A alta da energia elétrica e do dólar nos últimos meses tiveram grande influência no aumento. O presidente executivo do sindicato dos fabricantes, o Sindusfarma, Nélson Mussolini, disse que o reajuste já era previsto. “Tivemos variação do dólar acima de 50% no último ano e 71% de alta da energia elétrica. Além disso, nos últimos 10 anos, a indústria vem sofrendo uma redução na lucratividade, ou seja, o aumento foi necessário”, completa.

Em algumas farmácias, os preços ainda não estão atualizados. De acordo com a farmacêutica Priscilla Pereira, 23, as providências para alertar os consumidores já estão sendo tomadas. “Desde o mês passado estamos ligando para os mais assíduos e indicando que comprem medicamentos de uso contínuo em maior quantidade, pois assim podem escapar do aumento”, conta. Ela diz que a farmácia em que trabalha já está se preparando para melhorar as condições de pagamento. “Descontos já estão sendo analisados. Sabemos que o aumento será grande e muitos clientes vão ter dificuldades de encarar”, lamenta.

A alta poderá atingir cerca de 19 mil apresentações de medicamentos disponíveis no mercado varejista brasileiro, de acordo com determinação da Cmed. A proprietária de farmácia, Luzia Cruzeiro, 47, diz que está preocupada com o reajuste e investe em preparação dos funcionários para não perder consumidores. “A gente tem feito de tudo para que os preços sejam acessíveis e que os clientes se sintam a vontade”, conta.

Promoções

O aposentado José Miranda, 60 anos, conta que a mudança mexerá com o orçamento familiar. “Gasto cerca de R$ 1 mil com medicamentos por mês. Estou assustando com mais este aumento”, pontua.

Segundo Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste Associação de Consumidores, o consumidor pode se proteger pesquisando preços. “É possível obter promoções, descontos e boas formas de pagamento. Para isso o brasileiro precisa dedicar tempo para procurar as farmácias mais em conta”, aconselha. Para ela, é fundamental se inscrever em programas de laboratórios para conseguir melhores valores em medicamentos de uso contínuo.

Correio Braziliense

Após levantamentos realizados no Bairro Residencial 2000, o Grupo do Serviço Avançado (GSA), 21º BPM/Cpam – 3, recebeu informações que o indivíduo conhecido como ” Seu Rato ” estava aterrorizando moradores e transeuntes com ameaças e a prática de vários delitos. Diante dos fatos a equipe de policiais foI ao local para localizar e deter “Seu Rato”.

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DUPLA ACUSADA DE PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO

Na Avenida Principal, na BR – 135, por volta das 17h30, do dia 01, Seu Rato, identificado posteriormente como Paulo José Soares, 22, foi localizado, em companhia de Jeferson Dayton Bezerra, conhecido por “Jejé”, de 23 anos.

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ARMAS ENCONTRADAS COM PAULO JOSÉ E JÉFERSON DAYTON

Com a dupla foram encontradas 01 (uma) Pistola, .40mm; 01 (um) revólver, calibre .38mm; 01 (uma) balança de precisão e 01 (uma) porção de substância branca, aparentando “barrilha”. A dupla foi apresentada no 16º DP da Vila Embratel.

Por volta das 16h30, do dia 01, policiais militares do 1º BPM/Cpam – 3, faziam rondas pela Avenida dos Portugueses, quando foram abordados por um caminhoneiro, informando que na Praça da Vila Bacanga, tinha uma pessoa armada com revólver.

Que foram ao local, sendo o acusado apontado por populares. Na revista foi encontrado em posse do menor WS, 16 anos, 01 (um) revólver, calibre. 38 mm, sem numeração. O menor foi apreendido e apresentado no 16º DP da Vila Embratel.

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MENOR WS

Participaram da ação os Soldados PM Maurício e Geovane.

Em rondas pela Avenida Pau Brasil, por volta das 10horas, do dia 31, foram abordadas algumas pessoas em atitude suspeita. Na abordagem procedida a um dos suspeitos, que estava com uma mochila, foi encontrado um colete a prova de balas, sendo dada voz de prisão ao mesmo.

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RAIMUNDO BRUNO ENCONTRADO COM COLETE BALÍSTICO

O conduzido foi identificado como Raimundo Bruno Oliveira Martins, conhecido como “Parazinho” 22 anos, residente no Coroadinho.

Participaram da ação o Sargento PM Fernando e Soldados PM Ronaldo e Marx Lima.

Durante patrulhamento pelo bairro São Raimundo, área  do Itaqui/ Bacanga,  por volta das 21horas do dia 31, uma equipe do Esquadrão Falcão do 1º BPM/Cpam-3, avistou uma pessoa na garupa de um moto taxista, em atitude suspeita. Foi dada voz de parada para o procedimento de uma revista pessoal.

Na abordagem feita no carona, identificado como Leonardo Lindoso Moraes, 20 anos,  foi encontrado meio tijolo de maconha prensada, pesando aproximadamente  300 g. O condutor da moto, disse não saber de nada, que apenas estava fazendo uma corrida. Mesmo diante do argumento, também, foi detido e apresentado no 16º DP da Vila Embratel.

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LEONARDO / TRÁFICO DE DROGAS

Operação coordenada pelo Sargento PM Lima.

Na noite desta sexta-feira (1º) dois elementos identificados como Francisco Jordea Costa Silva, de 18 anos, e um menor de 17, foram detidos por uma guarnição da Polícia Militar quando trafegavam em uma motocicleta pela rua Frederico Leda, próximo ao Colégio Sesi, centro de Bacabal.
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Com a dupla acusada de cometer assaltos, além da Honda/CG 150 Titan, cor vermelha, placa NND-7305, que teria sido emprestada pelo proprietário conhecido pela alcunha de “Miau”, a polícia apreendeu um aparelho celular que havia sido tomado de assalto há poucos minutos na rua Maranhão Sobrinho. A vítima compareceu na delegacia e reconheceu os dois como sendo os autores da ação delituosa.

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Ambos residem no bairro Santos Dumont. As informações sobre os assaltantes foram repassadas ao COPOM (Centro de Operações da Polícia Militar) pelo investigador Rocha, da 16º Delegacia Regional de Bacabal.

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Caso hajam outras vítimas a Polícia Civil espera que as mesmas compareçam a delegacia.

Por Sérgio Matias

A Câmara Municipal de Bacabal aprovou por unanimidade em sessão ordinária realizada na tarde/noite desta quarta-feira (30) Projeto de Lei-1296/2016- que dispõe sobre a criação do transporte coletivo no município, reivindicação antiga da população, que, inclusive, já saiu às ruas para cobrar por esse e outros benefícios.
Após passar pelo poder legislativo, a lei segue para o executivo municipal onde deverá ser sancionada ou até vetada pelo prefeito José Alberto Veloso (PRB). Caso a sanção ocorra, será elaborado o edital de publicação para a abertura do processo licitatório.
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Autor da Indicação, o vereador Galydson Santos (PRP) disse que pedirá celeridade a Procuradoria do Município. “Vou, na próxima quarta feira (7),  entrar com requerimento junto ao executivo, solicitando que a câmara tenha conhecimento prévio do conteúdo do Edital de Convocação.
 
A preocupação do parlamentar é que não se repitam as falhas anteriores, quando devido à má elaboração do edital nenhuma empresa de transporte se prontificou a participar da licitação. “Vejo que todos os entraves das vezes anteriores quando aberto processo licitatório, foi justamente pela elaboração do edital, de forma a não atrair empresas interessadas na exploração do transporte coletivo em nossa cidade”, disse.
Durante a sessão a galeria da câmara ficou lotada de estudantes e integrantes do movimento #VemPraRuaBacabal que há três anos lutam incessantemente pela implantação do transporte coletivo e melhorias em outros setores, como saúde, educação e infraestrutura.
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A presença maciça de populares se dá também por conta da pouca credibilidade e, principalmente, do comportamento complacente dos representantes da sociedade no poder legislativo em relação às mazelas que assolam o município. Enquanto a população cobra mais ação por parte do executivo, boa parte dos vereadores tem preferido “tapar o sol com a peneira” voltando suas atenções para questões que, apesar de também importantes, não deveriam ser prioritárias.
Por Sérgio Matias

Aconteceu por volta das 13 horas, de hoje (31), uma operação conjunta do Serviço de Inteligência do 15º Batalhão de Polícia Militar de Bacabal, Balsas e da PM da cidade de Sousa, Paraíba, que culminou com as prisões de Claudemir Sarmento, 28 anos, e de Francisco Adailton Abrantes da Silva, 21, ambos, da cidade de Sousa no Estado da Paraíba. Com os mesmos a PM encontrou um revólver, calibre. 38 mm, com numeração suprimida e 07 (sete) munições intactas.

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CLAUDEMIR SARMENTO E FRANCISCO ADAILTON / ACUSADOS

O Serviço de Inteligência do 15º BPM, recebeu informações de policiais da cidade de Sousa, Estado da Paraíba, que Claudemir Sarmento, estaria  há três meses morando em Bacabal. Que era de altíssima periculosidade. Claudemir é acusado de homicídios, assaltos, inclusive a bancos e carros-fortes e possui 02 (dois) mandados de prisão em seu desfavor.

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VEÍCULOS ENCONTRADOS EM POSSE DE CLAUDEMIR SARMENTO

Após algumas investigações, foi levantado que Claudemir, estaria no dia de hoje (31), no terminal rodoviário de Bacabal, esperando uma encomenda que estaria chegando da cidade de Sousa na Paraíba. Os policiais do SI montaram campanha e ficaram na espreita.  Exatamente às 13 horas, desembarcou uma pessoa que foi recebida por Claudemir Sarmento. Neste momento a dupla foi abordada com o apoio do Esquadrão Águia.

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ARMA APREENDIDA

Na revista pessoal foi encontrado com  Adailton Abrantes da Silva, o revólver acima especificado, que a polícia suspeita que seja a encomenda aguardada por Sarmento. Os dois foram apresentados no plantão do 1º Distrito Policial para as providências que o caso requer. Claudemir Sarmento morava em Bacabal na Rua da Esperança, nas proximidades do estádio Merecão.

Além do revólver foram apresentados no DP 01 (um) Fiat Pálio, ano 2015, branco, de placas QFW 7950 e 01 (uma) moto, pop, vermelha, que estavam em posse de Claudemir.

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CLAUDEMIR SARMENTO E COMPARSAS

A polícia suspeita que em Bacabal, Claudemir estaria se articulando para o cometimento de vários delitos como assaltos e homicídios. Sarmento confessou após a sua prisão que já teria matado duas pessoas.

Com informações do SI e do Cabo PM Janilson do 15º BPM/Copom.

Você é uma mãe ou pai divorciado ou conhece alguém nessa situação? Se o seu filho tivesse condições de te “ensinar” como se comportar diante dessa nova realidade, o que ele diria? Confira os 20 pedidos dos filhos de pais separados e se surpreenda:

1 – Nunca esqueçam: eu sou a criança de vocês os dois. Agora, só tenho um pai ou uma mãe com quem eu moro e que me dedica mais tempo. Mas preciso também do outro.

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2 – Não me perguntem se eu gosto mais um ou do outro. Eu gosto de “igual” modo dos dois. Então não critique o outro na minha frente, porque isso dói.

3 – Ajudem-me a manter o contacto com aquele dentre vocês com quem não fico sempre. Marque o seu número de telefone para mim, ou escreva-me o seu endereço num envelope. Ajudem-me, no Natal ou no seu aniversário, para poder preparar um presente para o outro. Das minhas fotos, façam sempre uma cópia para o outro.

4 – Conversem como adultos. Mas conversem. E não me usem como mensageiro entre vocês – ainda menos para recados que deixarão o outro triste ou furioso.

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5 – Não fiquem tristes quando eu sair com o outro. Aquele que eu deixo não precisa pensar que não vou mais amá-lo daqui há alguns dias. Eu preferia sempre ficar com vocês dois, mas não posso dividir-me em dois pedaços – só porque a nossa família se rasgou.

6 – Nunca me privem do tempo que possuo com o outro. Uma parte de meu tempo é para mim e para a minha Mãe; uma parte de meu tempo é para mim e para o meu Pai.

7 – Não fiquem surpreendidos nem chateados quando eu estiver com o outro e não der noticias. Agora tenho duas casas, e preciso distingui-las bem, senão não sei mais onde fico.

8 – Não me passem ao outro, na porta da casa, como um pacote. Convidem o outro por um breve instante para entrar, e conversem sobre como vocês podem ajudar a facilitar a minha vida. Quando vierem me buscar ou me levar de volta, deixem-me um breve instante com vocês dois.

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9 – Busquem-me na casa dos meus avós, na escola ou na casa de amigos se vocês não puderem suportar o olhar do outro. 

10 – Não briguem na minha frente. Sejam ao menos tanto tão educados quanto vocês seriam com outras pessoas, como vocês também o exigem de mim.

11 – Não me contem coisas que ainda não posso entender. Conversem sobre isso com outros adultos, mas não comigo.

12 – Deixem-me levar os meus amigos na casa de cada um. Eu desejo que eles possam conhecer a minha Mãe e o meu Pai e achá-los simpáticos.

13 – Concordem sobre o dinheiro. Não desejo que um tenha muito e o outro muito pouco. Tem de ser bom para os dois, assim poderei ficar à vontade com os dois.

14 – Não tentem “comprar-me”. De qualquer forma, não consigo comer todo o chocolate que eu gostaria.

15 – Falem-me francamente quando não dá para “fechar o orçamento”. Para mim, o tempo é bem mais importante que o dinheiro. Divirto-me bem mais com um brinquedo simples e engraçado que com um novo brinquedo.

16 – Não sejam sempre “ativos” comigo. Não tem de ser sempre alguma coisa de louco ou de novo quando vocês fazem alguma coisa comigo. Para mim, o melhor é quando somos simplesmente felizes para brincar e que tenhamos um pouco de calma.

17 – Deixem o máximo de coisas idênticas na minha vida, como estava antes da separação. Comecem com o meu quarto, depois com as pequenas coisas que eu fiz sozinho com meu Pai ou com minha Mãe.

18 – Sejam amáveis com os meus outros avós – mesmo que, na sua separação, eles ficarem mais do lado do seu próprio filho. Vocês também ficariam do meu lado se eu estivesse com problemas! Não quero perder ainda os meus avós.

19 – Sejam gentis com o novo parceiro que vocês encontram ou já encontraram.Preciso também me entender com essas outras pessoas. Prefiro quando vocês não têm ciúme um do outro. Seria de qualquer forma melhor para mim quando vocês dois encontrassem rapidamente alguém que vocês pudessem amar. Vocês não ficariam tão chateados um com o outro.

20 – Sejam otimistas. Releiam todos os meus pedidos. Talvez vocês conversem sobre eles. Mas não briguem. Não usem os meus pedidos para censurar o outro. Se vocês o fizerem, vocês não terão entendido como eu me sinto e o que preciso para ser feliz.

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